Muitos empresários e autônomos ainda acreditam que a violência é a solução para cobrar um dívida, aprenda que existe soluções muito mais inteligentes.

Me surpreende o amadorismo dos autônomos e empresários de primeira viagem, que acreditam que podem resolver seus problemas na força bruta, literalmente, fazendo ameaças, cobranças agressivas e outras coisas sem pensar.

Quando você se torna um profissional, descobre que existem diversas maneiras legais (lei) de receber o pagamento de um serviço ou produto.

Vou citar algumas das técnicas que uso ou que já usaram em mim.

Curso Empresário Contábil – Módulo Gerencial

1 – Quando o cheque não tiver fundos, ligue no seu cliente e peça para pagar, se ele não pagar, deposite novamente o cheque e o cliente será obrigado a pagar, pois terá eu CPF suspenso por tempo indeterminado até quitar a dívida.

2 – Faça um contrato de prestação de serviços com o cliente. Depois crie boletos com protesto no cartório, ou seja, se o cliente não pagar em dia, irá receber uma multa e terá que ir até o cartório pagar. Além de ter algumas restrições em seu nome até quitar a dívida.

3 – Se tudo deu errado, simplesmente vá até os Juizados Especiais da sua região e entre contra um processo contra o cliente, lembre que quem é processado que precisa provar que está correto. Serviço ágil e útil. Observação, os Juizados Especiais tem um limite de cobrança.

4 – Se o processo for de um valor maior do que o permitido no Juizados Especiais, contrate um advogado. Na minha experiência, posso dizer que o barato sai caro quando o quesito é advocacia, por isso contrate um especialista e pague por isso. Bons advogados resolvem o seu problema em tempo recorde. Acredite, um advogado é um excelente investimento.

Estão aí algumas dicas para você não se prejudicar, isso mesmo, ao usar uma alternativa que não seja a lei, você corre um grande risco de não receber o seu pagamento e ainda ir para a cadeia. Não seja amador, a justiça foi criada para evitar a violência, para que qualquer situação seja resolvida diante de um juiz. Roberto Pantoja Via Administradores

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