1º parcela do auxílio emergencial vai mesmo vir com valor maior?

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Diante da recente aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) Emergencial por parte da Câmara dos Deputados e Senado Federal, a expectativa para o inicio dos pagamentos do auxílio emergencial está cada vez maior.

Além das recentes informações de que as parcelas devem se iniciar nos primeiros dias de abril, um outro questionamento feito por nossos leitores é a respeito da primeira parcela com valor maior.

O assunto surgiu após um reunião entre o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) e o governador do estado do Piauí, Wellington Dias, que informou que o Congresso estuda a possibilidade de compensar os meses até então de janeiro e fevereiro que não tiveram qualquer tipo de ajuda financeira por parte do governo.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal. / Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Segundo o que declarou o governador, existe uma grande lacuna nos meses de janeiro e fevereiro aos quais o governo poderia compensar os cidadãos que ficaram sem renda nesse período.

Contudo, a fala do governador era condicionada a hipótese de que o auxílio emergencial fosse liberado em março, como estava previsto até então, logo a expectativa era de que a primeira parcela pudesse vir com valor maior.

No entanto, devido ao orçamento do governo limitado em R$ 44 bilhões, valor este que será suficiente para custear o pagamento de quatro parcelas do auxílio com valor médio de R$ 250, a 46 milhões de pessoas a ideia de que a primeira parcela possa vir com valor maior acaba sendo inviabilizada. Além disso seria mais interessante que o governo liberasse mais uma parcela do que aumentar o valor da primeira.

Ainda assim, o governo publicará a Medida Provisória (MP) com todas as informações do auxílio emergencial como, valores, duração e condições gerais do programa ainda nesta semana. Logo através da MP será possível verificar se realmente haverá um valor maior na primeira parcela do auxílio emergencial, o que até então seria inviável