2021: Como tomar decisões diante de tantas variáveis e cenários alternativos?

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Com o final do ano se aproximando, este é o momento em que empresas começam a reunir suas equipes para discutir e preparar o planejamento estratégico do ano seguinte. Esta prática bastante importante para os negócios se torna ainda mais decisiva em 2020.

Isso por que muitos cenários ainda são incertos e tomar decisões neste momento se torna uma tarefa difícil para executivos e líderes empresariais.

Além de todos os desafios já enfrentados neste ano em função da pandemia, surgem sinais de uma segunda onda da Covid-19, que deixa as empresas ainda mais aflitas com o cenário dos próximos meses.

Diante de tantas dúvidas, analisar e entender os possíveis impactos desses acontecimentos nos planos de negócio, passa a ser fundamental.

De acordo com o coordenador do Comitê de Finanças do IBEF-PR e Sócio Sênior nas áreas de Finanças Corporativas, Mercado de Capitais, M&A e Family Office Advisory da PSQA Advogados André Leal, o planejamento estratégico na área de finanças não diz respeito somente ao caixa, mas é composto por diversas variáveis que envolvem riscos operacionais, planos de contingência, entre outros.

“Não sabemos o que esperar do próximo ano e nem quais competências demandará de nós, profissionais da área de finanças.

O que vivemos em 2020 com certeza servirá de lição para o futuro! Sejam pessoas, empresas ou governos, todos tiveram que se adaptar rapidamente aos cenários que vinham surgindo com a crise.

Agora temos a oportunidade de fazer 2021 um ano diferente, mesmo diante de tantas incertezas”, afirma o Sócio Sênior.

Planejamento financeiro na prática

Um dos principais motivos das empresas brasileiras encerrarem suas atividades é a falta de planejamento financeiro, principalmente no caso de negócios que não possuem um bom fluxo de caixa e acabam tendo que comprometer seus capitais diante de uma crise. Mesmo não tendo uma grande disponibilidade financeira em caixa, é possível fazer um bom planejamento para a sua empresa.

Business people meeting to discuss the situation on the market.

Antes de pensar no futuro, é preciso conhecer a situação atual da sua empresa. Ou seja, qual é o faturamento no momento; quantas despesas fixas e variáveis a empresa possui; quais são os ativos e passivos e se há alguma dívida ou investimento.

O próximo passo então é analisar o cenário e definir variáveis para um contexto futuro. Depois de analisar todas variáveis possíveis é que devem ser definidos os objetivos financeiros para os negócios e quais ações devem ser tomadas para concretizá-los. 

Troca de experiências

A fim de auxiliar os profissionais da área financeira na realização do planejamento estratégico, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Paraná (IBEF-PR) irá realizar um webinar na próxima quinta-feira, dia 26 de novembro, às 18h30, sobre tomada de decisão em ambientes de incerteza.

O evento online contará com a participação da diretora Asset Management no Banco Alfa, Ana Paula Moreno, do CEO na Katalyse, José Mauro Mendes Pelosi, do sócio líder do Escritório do Sul na Mckinsey, Sérgio Canova, bem como do sócio associado e co-líder, Eduardo Navarro.

A discussão será mediada pelo CFO da Cocelpa e membro do Comitê de Finanças do IBEF-PR, Luiz Antônio Cavet, que irá abordar também as melhores ferramentas que podem ser utilizadas no processo decisório e quais pontos devem ser levados em consideração em um ambiente tomado pela incerteza e por variáveis de comportamento de difícil previsão.

É necessário se inscrever previamente para o evento que terá transmissão gratuita pela plataforma online Zoom. A iniciativa recebe o patrocínio do Banco Alfa e como patrocinadores de gestão, a PwC Brasil e o Gaia Silva Gaede & Associados.

Por Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Paraná (IBEF-PR) é uma instituição sem fins lucrativos, que congrega executivos de finanças dos vários segmentos da atividade econômica do Paraná: executivos das áreas de indústria, comércio, consultorias, empresas de serviços, auditorias, instituições financeiras (bancárias e não-bancárias) e instituições governamentais.