5 dicas para quem quer começar a utilizar utility tokens e moedas digitais

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É inegável que o pagamento também se digitalizou. A tendência já estava em curso antes mesmo da pandemia de covid-19 e apenas se fortaleceu com o avanço do novo coronavírus.

A questão é que a digitalização dos meios de pagamento permitiu que eles incorporassem novos recursos. Hoje, o dinheiro digital não é simplesmente “dinheiro”.

Isto é, também a ferramenta de marketing, fonte de informação e estratégia de relacionamento com os consumidores.

Nesse sentido, os utility tokensespécie de moeda digital própria para relações de troca, crescem em importância ao aproximarem marcas dos consumidores. 

A lista de vantagens é grande, mas, como toda iniciativa digital, é preciso seguir alguns cuidados para reduzir potenciais riscos. Confira:  

1 – Informe-se sobre o ecossistema  

O conhecimento é o principal recurso para evitar surpresas desagradáveis. Dessa forma, o primeiro passo a ser dado é se informar sobre o ecossistema dos utility tokens.

É preciso que o usuário saiba quais são as principais características desse universo, como ele consegue negociar e, claro, quais vantagens tem à disposição. 

Quanto mais conteúdos e informações a pessoa tiver, mais preparada ela vai estar para participar desse movimento e menos riscos terá em cada negociação.  

2 – Conheça as regras do utility token 

Os utility tokens têm uma característica única: são recursos digitais que facilitam uma relação de troca entre duas partes (uma empresa e um consumidor) e não necessariamente envolvem valor financeiro. 

Contudo, isso não impede que sejam negociados em troca de um produto ou serviço oferecido pela organização.

Portanto, além de se informar sobre o ecossistema, é recomendado que a pessoa busque conhecer todas as regras que norteiam o token de utilidade com que pretende trabalhar.  

Designed by @yanalya / Freepik
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3 – Proteja suas informações  

Assim como as demais moedas digitais, a operação dos utility tokens também acontece exclusivamente no ambiente virtual.

Ou seja, estão suscetíveis à ação de cibercriminosos que podem roubar informações sigilosas ou até fazer movimentações financeiras a partir dos dados trafegados.

Nesses casos, a principal recomendação é proteger ao máximo as informações digitais. Para isso, utilize antivírus atualizado e estabeleça senhas fortes na hora de negociar suas moedas.  

4 – Negocie e busque boas oportunidades  

Ainda que os tokens de utilidade não tenham valor financeiro intrínseco, isso não significa que é improvável encontrar boas oportunidades de negócio. 

Pelo contrário, assim como na economia real, o consumidor deve sempre pesquisar e encontrar essas moedas digitais que realmente oferecem benefícios em seu dia à dia.

Há redes varejistas, por exemplo, que oferecem tokens a partir do engajamento em suas redes sociais e que podem ser trocados por seus produtos, gerando maior economia aos usuários  

5 – Encontre as melhores plataformas 

Por fim, mas não menos importante, é preciso que o consumidor pesquise e encontre as melhores plataformas que oferecem os utility tokens vantajosos e seguros.

Há boas opções no mercado brasileiro e internacional, proporcionando eficiência, transparência nas informações e benefícios no dia a dia.

Além disso, elas utilizam tecnologia blockchain, que ajuda a reduzir o risco de algum ataque cibernético a suas moedas digitais.  

Por Cássio Rosas, Head de Marketing e Estratégia da Wiboo, utility token que promove um programa de fidelização entre varejistas e consumidores por meio de moedas digitais

Sobre a Wiboo Company 

Criada inicialmente como um social commerce focado em programas de fidelidade, a startup Wiboo é uma plataforma de engajamento on-line que usa como base uma moeda digital (utility token) para divulgação de campanhas das empresas – anunciantes.