Ter o apoio de um profissional contábil é essencial para a saúde financeira do seu negócio. Saber o que, de fato, uma pode fazer pela sua empresa é, também, um quesito necessário. Dessa forma, as competências serão desenvolvidas ao máximo e, consequentemente, os conhecimentos serão aplicados a favor do crescimento do seu negócio.  

Afinal, qual é o empreendedor que não quer ter suas decisões amparadas por informações acertadas sobre suas movimentações financeiras? Por isso, faça da o braço direito do seu negócio. Entenda, abaixo, quais são os cinco erros que você deve evitar em sua relação com o profissional contábil. Confira! 

Acreditar que o só trabalha para calcular impostos 

A é uma ciência relativamente recente, que surgiu após a Revolução Industrial, momento em que muitas empresas começaram a ter dificuldades em entender seus negócios. Originalmente, os es nada mais eram que profissionais contratados para traduzir os fatos contábeis em relatórios que fossem simples de entender e padronizados. 

Com o passar do tempo, porém, os governos de todo o mundo passaram a imputar aos es uma série de tarefas para facilitar o trabalho de cálculo, recolhimento e fiscalização de tributos. Nesse quesito, inclusive, o Brasil se destaca bastante, tendo uma das mais altas cargas de trabalho fiscal atribuído a es no mundo. 

Essa atribuição de tarefas fiscais fez muitas pessoas se esquecerem da verdadeira razão da existência do . Esse profissional trabalha para auxiliar na gestão da empresa, traduzindo grandes quantidades de fatos complexos em relatórios simples, de forma padronizada e ordenada. Como consequência desse fato, muitos es são vistos, de forma totalmente equivocada, como meros calculadores de impostos. Na realidade, a Fiscal é apenas uma das muitas áreas da Ciência Contábil. 

Se você tem um “darfeiro”, ou seja, aquele que só te entrega DARF para pagar, fique atento, pois você está deixando de ter informações valiosas sobre seu negócio!  

Não acompanhar as  

Como consequência do primeiro erro, muitos administradores de empresas simplesmente não acompanham as . Com isso, os relatórios preparados pela são feitos apenas por pura formalidade. Isso traz, pelo menos, três consequências bastante severas para a empresa. 

A primeira delas é que a empresa deixa de fazer a análise do negócio a partir do resultado contábil, que é muito mais completo e real que qualquer outro.

A segunda consequência é que, ao realizar o controle financeiro utilizando uma metodologia não-contábil, a empresa deixa de ter relatórios padronizados para apresentar para bancos, fornecedores e investidores. É muito comum que a empresa tenha saúde financeira para solicitar empréstimos, mas tenha o crédito negado por baixa qualidade nas .  

Lembre-se que os bancos não vão querer ver suas planilhas de Excel, para saber se sua empresa tem condições de ter acesso ao crédito. A sua é que será analisada. Infelizmente, muitas empresas só descobrem essa importância quando estão desesperadas por crédito. Desse modo, acabam tendo que refazer a só para conseguir atender à exigência de algum credor, perdendo um tempo precioso nesse processo. 

A terceira consequência é que não acompanhar a enquanto a empresa é pequena implica em ter o dobro de trabalho quando ela cresce. Resolver problemas nas demonstrações contábeis, acumulados por anos de falta de acompanhamento, é um trabalho realmente difícil. Muitos administradores ficam frustrados por terem que perder tempo revisando demonstrações de quatro ou cinco anos atrás, porque a empresa cresceu e foi obrigada a adotar padrões contábeis. 

Não fornecer informações ao  

Muitas empresas acreditam que não devem dividir informações com o . Portanto, muitos administradores omitem informações sobre a movimentação financeira da empresa, fornecendo apenas uma parte incompleta dos dados ou documento em atraso. Isso desmotiva que seja feito um bom trabalho, pois o  sabe que as demonstrações não terão utilidade para a empresa.  

Nenhum profissional de estuda para se tornar um mero burocrata. Pelo contrário: o possui uma formação totalmente voltada para a geração de riqueza, valorização do patrimônio e crescimento profissional. Se você não responde aos e-mails dele ou o envia somente informações para cálculo dos impostos, você está inviabilizando o seu trabalho. 

Não incluir o em tomadas de decisões estratégicas 

Muitas empresas não convidam o para reuniões de tomada de decisões estratégicas, como para obter um empréstimo, abrir uma filial ou criar um produto. Com isso, os es não têm a oportunidade de fornecer sua expertise à administração. Por isso, convide seu para estar próximo de você na administração. Envolva-o com o negócio e com os produtos, além de exigir que ele forneça a melhor consultoria. Dessa forma, você realmente verá valor no trabalho realizado por ele. 

Fazer a gestão da empresa pelo regime de caixa e não de competência

A tem uma regra básica: os fatos são reconhecidos no momento em que eles ocorrem e não quando são liquidados. 

Por exemplo: se sua empresa compra uma mercadoria por R$ 1.000,00, em dez parcelas de R$ 100,00, você pode até achar que vai ter uma “despesa” de cem reais durante dez meses. Para a , entretanto, você teve uma despesa de R$ 1.000,00 no momento da compra. Isso traz como consequência o fato de que a mostra a você o resultado das decisões tomadas e não do fluxo de pagamentos. 

A partir desse cenário, uma consequência é que a reconhece mensalmente, por exemplo, a despesa que você vai ter com o 13º salário, que só vence no final do ano. Assim, você pode administrar o negócio tendo em vista todas as despesas e receitas, mesmo as que só serão pagas posteriormente. 

Ao realizar o controle exclusivamente pelo caixa, a empresa acaba ignorando despesas que estão acontecendo e não se prepara para grandes saídas de caixa no futuro, o que pode colocá-la em apuros financeiros. 

DICA EXTRA: O primeiro passo para es

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Conteúdo original Gerencianet