A importância da gestão de custos e despesas para o seu negócio

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Você sabe a real diferença entre custos e despesas? O fato é que, muitas vezes, as pessoas confundem custos, investimentos e desembolsos e acabam se perdendo nesse processo.

Antes que isso ocorra, é hora de parar e avaliar. Isso porque a clareza nesse quesito é fundamental para qualquer negócio que busca equilíbrio nas finanças.

Uma dica valiosa é: começar certo custa menos tempo e dinheiro do que corrigir o erro depois.

Ao equilibrar e ter ciência do quanto se gasta e o que realmente é custo, o empresário minimiza perdas, inadimplências, prejuízos, enfim, as consequências são menores.

Agora, se houver uma sensação de que os anos passam e o trabalho aumenta, mas o lucro não cresce na mesma proporção, algum gargalo existe e, normalmente, ele vem do departamento de finanças.

Nesse sentido, se você sente esse gargalo na sua empresa, pare e preste atenção ao fluxo de caixa.

Avalie o que entra e sai todo mês, e tenha sempre um capital de giro disponível para pagar as despesas. A partir daí, com o caixa em dia, será possível fazer uma avaliação financeira do negócio.

Vale ressaltar que o faturamento não é o responsável pelo sustento da sua empresa, e sim o lucro.

Mas nem todos têm essa clareza. Vale relembrar: o lucro é o valor que você fatura, menos os custos e os gastos empenhados para gerar a receita.

Gestão das finanças e do tempo

Quando não há uma boa gestão financeira, os custos e as despesas vão se perdendo e a estrutura da empresa como um todo é prejudicada.

Podemos observar isso com frequência em muitos negócios, que declinam em poucos anos de existência, seja por conta da indisciplina dos sócios com a gestão das finanças ou por tantos outros motivos organizacionais que impactam o negócio.

Designed by @pressfoto / freepik
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E para quem busca estruturar e melhorar a gestão do departamento financeiro, vale atentar nessas dicas: liste suas despesas em uma planilha, pode ser no Excel; coloque os parcelamentos, as contas de cartão de crédito e débito nessa planilha, assim como as despesas fixas e variáveis; e só então valide junto aos sócios se é possível ou não fazer a retirada mínima esperada.

Essa organização influenciará também na gestão do tempo, que poderá ser otimizado, além de desafogar e otimizar o trabalho da equipe. Tudo isso irá refletir lá na frente – no seu lucro.

Por fim, lembre-se de que seu negócio não depende do quanto você ganha, mas sim do quanto você gasta.

Por: Beatriz Machnick é contadora, especialista em Controladoria e Finanças, mestre em Governança e Sustentabilidade. É pioneira da metodologia de Formação de Preços na Advocacia e palestrante na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). É sócia-fundadora da BM Consultoria em Precificação e Finanças. Autora dos livros Gestão Financeira na Advocacia – Teoria e Prática (2020), Valorização dos Honorários Advocatícios – O Fortalecimento da Advocacia através da Gestão (2016) e Honorários Advocatícios – Diretrizes e Estratégias na Formação de Preços para Consultivo e Contencioso (2014).

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