Muitos afirmam que o Brasil estava indo para um caminho excelente na economia, inclusive o ministro da Economia, Paulo Guedes já disse também que estávamos num bom momento, mas, que foi interrompido pela pandemia do novo coronavírus.

Uma avalanche catastrófica na economia mundial, a pandemia fez governos se mexerem e criar armas para proteger as pessoas que foram obrigadas a ficar num isolamento social.

O número de desempregados foi assustador não só no Brasil como nos EUA. Aqui o governo acabou criando o auxílio emergencial para proteger quem foi atingido economicamente pela pandemia.

desemprego

Depois, para ajudar as empresas veio a redução de jornada e salário e a suspensão de contrato.

Há quem diga que estamos numa recessão que só está começando. No meio desse caminho, o governo lança a cédula de R$ 200,00.

Estamos vendo os preços subirem a cada dia que passa, alimentação, energia, combustível, tudo está com valores altíssimos.

Inflação

IPC – Índice de Preços ao Consumidor, que mede a inflação em São Paulo, subiu para 0,78% em agosto, acelerando frente ao acréscimo de 0,25% (julho) e tendo uma força também em relação à alta de 0,50% que foi registrada na terceira quadrissemana de agosto, de acordo com dados que foram publicados na quarta-feira, 2 de setembro, pela Fipe – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas.

Vamos olhar os primeiros meses de 2020, o IPC-Fipe acumulou uma inflação de 1,37%, num período de 12 meses até agosto, o índice teve um aumento de 3,19%.

Os índices mostraram uma aceleração no último mês: Habitação (de 0,47% em julho para 0,98% em agosto), Alimentação (de 0,63% para 1,27%), Transportes (de 0,53% para 0,71%), Despesas Pessoais (de -0,08% para 0,51%), Saúde (de 0,49% para 0,65%), Vestuário (de -1,80% para -0,76%) e Educação (de -0,98% para 0,01%).

Nos primeiros oito meses de 2020, o IPC-Fipe acumulou inflação de 1,37%. No período de 12 meses até agosto, o índice teve aumento de 3,19%.

Alguns economistas acreditam que o país terá uma queda de 8% do PIB em 2020, o que leva a crer que já estamos numa recessão, que levará ao um número de desempregados de 4,5 milhões.

Para o Governo Federal a culpa de tudo que acontece com a economia, está na pandemia do novo coronavírus. Mas, será que estaríamos numa situação melhor se não fosse a chegada da doença ou, será que a economia no Brasil cairia nesse abismo mesmo sem pandemia?

Por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil