INSS: Ampliação da margem de crédito consignado para aposentados e pensionistas

0

Com a Medida provisória a margem de crédito consignado para os beneficiários do INSS passou para 40% do valor da aposentadoria ou pensão. 

Publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira, 5% desta ampliação devem ser destinados para saque ou pagamento da fatura do cartão de crédito. 

Este limite valerá para todos os aposentados e pensionistas?

Este aumento valerá para os empréstimos que foram concedidos até o dia 31 de dezembro deste ano, durante a vigência do decreto de emergência pública devido à pandemia da Covid-19

Qual o valor máximo das porcentagens para o segurado?

No momento os segurados poderão comprometer com consignados até 30%  do valor do benefício e mais 5% com cartão de crédito, totalizando 35%. 

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Real-Moeda Nacional / Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A MP torna lei a decisão do Conselho Nacional de Previdência Social que recomendou à Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, por meio da Resolução n° 1.341, o envio de proposta legislativa para ampliar a margem de crédito consignado dos atuais 35% para 40%, sendo 35% para o empréstimo consignado e 5% para o cartão de crédito. 

Esta linha de crédito apresenta menores taxas de juros e por isso existe um ponto positivo que é sua baixa probabilidade de inadimplência. 

Dica Extra do Jornal Contábil: Compreenda e realize os procedimentos do INSS para usufruir dos benefícios da previdência social. 

Já pensou você saber tudo sobre o INSS desde os afastamentos até a solicitação da aposentadoria, e o melhor, tudo isso em apenas um final de semana? Uma alternativa rápida e eficaz é o curso INSS na prática

Trata-se de um curso rápido, porém completo e detalhado com tudo que você precisa saber para dominar as regras do INSS, procedimentos e normas de como levantar informações e solicitar benefícios para você ou qualquer pessoa que precise. 

Não perca tempo, clique aqui e domine tudo sobre o INSS.

Por: Laís Oliveira