Com uma concorrência mais difícil, as empresas têm que encontrar uma maneira de evitar que o dinheiro escoe pelo ralo.

Existem três tipos de desperdícios, aqueles que consomem o capital da empresa, sem dó e nem piedade e muitas vezes quando o empresário se dá conta a situação já é complicada.

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O Método 3D a que me refiro são os dos desperdícios, os quais estão elencados abaixo:

O primeiro D vem de desperdício de material: é muito comum o desperdício de material na linha de produção devido por exemplo ao uso de moldes incorretos, maquinas mal reguladas ou ferramentas com defeitos. Outro exemplo é o mau acondicionamento de estoques.

O segundo D vem de desperdício de recursos financeiros: Este pode ocorrer despesas mal dimensionadas, custos indevidos, mal uso de equipamentos, veículos demora na entrega de tarefas e projetos, despesas com canal de venda desnecessário entre outros.

O terceiro D vem de desperdícios de pessoas: é muito comum em época de crise o corte de pessoal, geralmente a empresa começa cortando as pessoas que ganham mais e depois as pessoas que estão menos motivadas. Um grande equívoco é que geralmente as empresas desperdiçam um talento que poderia fazer com que passada a crise essa pessoa poderia contribuir muito com o novo período de crescimento. Outro desperdício dessa categoria é a não realocação de pessoas ou uso de técnicas que possibilite trazer entusiasmo para enfrentar esses momentos de aperto.

Por último tome conta do caixa como se fosse uma torneira pois nela pode haver um vazamento pequeno que se aparado pode significar uma parte do lucro de final do ano.

Pedro Paulo Galindo Morales é Graduado em Gestão, Pós- Graduado em Controladoria e Técnico em Contabilidade. www.pedropaulomorales.com, [email protected]

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