O governo tem estudado a possibilidade de estender o Auxílio Emergencial de R$ 600 para até dezembro, entretanto com ressalvas. Para que a equipe econômica possa prolongar o benefício até dezembro o valor do auxílio, hoje de R$ 600, terá que diminuir.

O governo vem cogitando a hipótese de uma nova prorrogação desde o mês de junho, quando a primeira rodadas de pagamento foi finalizada.

Inicialmente o Auxílio Emergencial foi idealizado com um valor fixo de R$ 600 e R$ 1.200 para mães chefes de família e por três meses, ou seja, três parcelas.

Entretanto como a economia do país continuou fragilizada devido a pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro junto ao Ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciaram a prorrogação do benefício por mais dois meses.

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De acordo com o cronograma de pagamentos, o pagamento do benefício seria finalizado até o mês de outubro. Entretanto, caso ocorra uma nova prorrogação, o benefício deve se estender até o fim do período de calamidade pública que ocorrera até dezembro.

Presidente está resistente sobre as novas parcelas

Existem informações de que o presidente não é favorável da ampliação do Auxílio Emergencial até o mês de dezembro. Bolsonaro afirma que a União tem tem recursos suficientes para conseguir custear novas parcelas de R$ 600, pois isso resultaria em mais despesas de R$ 50 bilhões.

Porém o presidente vê uma possibilidade na prorrogação se o valor do benefício ficar em R$ 200 por parcela, valor esse que é o mesmo pago hoje pelo Bolsa Família.

Para que o reajuste aconteça, será necessário passar por votação no Congresso Nacional.
Rodrigo Maia, se mostra totalmente a favor da permanência do auxílio emergencial e já deixou claro, em inúmeras entrevistas, que manter o pagamento de R$ 600 é uma obrigação do governo.