Brasil pode estar à beira de uma crise fiscal

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O grande vilão da história para levar o Brasil a uma crise fiscal são gastos do governo ou seja, o aceleramento da dívida pública.

Os bancos são os que acreditam que o Brasil pode estar à beira de uma crise fiscal, já que o governo tem uma vontade de flexibilizar o teto de gastos, isso porque suas despesas devem chegar a R$ 35 bilhões.

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Segundo matéria publicada na exame, o Brasil pode está à beira de uma crise fiscal com a falta de ação do governo e do Congresso para responder o acesso acelerado da dívida pública.

O sinal vermelho foi acesso com os problemas que o governo vem encontrando para se financiar.

Parece que o mercado anda tenso com a intenção do governo de arranjar financiamento para o Renda Cidadã, que tem como objetivo substituir o Bolsa Família.

Na verdade, o governo quer eliminar a sombra do PT que foi o idealizador do Bolsa.
O governo não pode ter gastos que cresçam em ritmo superior a inflação, não podendo ultrapassar o teto de gastos.

Mas, com o novo programa, o governo terá que ter a sua disposição uns R$ 20 bilhões podendo chegar a R$ 35 bilhões, em novas despesas.

Instituições financeiras estão preocupadas com as despesas sociais do Bolsa Família, que passará de R$ 33 bilhões para R$ 66 bilhões, sendo assim, ultrapassando o teto de gastos em 2021.

Banco Central

De acordo com o texto da exame, O Banco Central (BC), diz que a dívida bruta, está sendo olhada de perto pelas as agências de classificação de risco como termômetro de capacidade de solvência de um país (fechou agosto em R$ 6,39 trilhões, o equivalente a 88,8% do PIB, renovando recordes mês após mês).

Sabemos que o governo tentou usar os precatórios e o Fundeb para bancar o Renda Cidadã, o que causou um verdadeiro mal estar e várias criticas.

O grande vilão para o governo é o teto de gastos, já que existe um limite que deverá ser respeitado.

Enquanto isso, as donas de casa, sabem que não podem ultrapassar o seu teto de gastos, porque não terão como pagar suas despesas extras.

Edição por Jorge Roberto – jornalista do Jornal Contábil