Caixa Tem deve liberar empréstimos de até R$ 300

A Caixa Econômica Federal deverá liberar para os usuários do aplicativo Caixa Tem, uma linha de crédito com valores de R$ 100, R$ 200 e R$ 300. O crédito será liberado assim que for encerrado o pagamento do auxílio emergencial.

Pedro Guimarães, presidente da Caixa, confirmou que os empréstimos vão ser disponibilizados diretamente pelo Caixa Tem. A intenção do banco é fazer que o aplicativo seja uma ferramenta mais útil e ofereça mais facilidade aos brasileiros na hora do acesso.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

No início, o Caixa Tem foi desenvolvido apenas para o pagamento do auxílio emergencial e outros programas sociais do governo.

O presidente da Caixa disse que o desejo é evitar que um grande número de pessoas vá até às agências.

“As filas se reduziram muito e, com o passar dos meses, a utilização do Caixa Tem foi mais intensa”, disse Guimarães.

Mais o que chamou atenção, mesmo foi a parceria da Caixa com a Visa que vai permitir a realização de uma campanha de prêmios que poderão chegar a R$ 250 mil. Somente os usuários do aplicativo poderão concorrer.

Os prêmios serão sorteados para aqueles que utilizarem a função do cartão de débito virtual, disponibilizada no Caixa Tem.

Veja os prêmios

Serão sorteados 1,400 cartões pré-pago nos valores de R$ 50, R$ 100 e R$ 250;
Até quatro sorteios mensais de cartões pré-pagos no valor de R$ 10.000 cada;
Um certificado de ouro de R$ 250 mil. Embora, a Caixa recomende ao ganhador investir o valor em bens como carros ou casas populares.

Como participar?

Para participar deverá a pessoa se inscrever no aplicativo Caixa Tem, utilizar o cartão de débito virtual disponível na plataforma.

Acesse a plataforma “Vai de Visa” e se cadastre;
Após isso, basta realizar quatro compras em qualquer valor, utilizando a função do cartão de débito virtual do Caixa Tem;
A cada quatro compras será disponibilizado um número ao usuário, que será usado para concorrer aos prêmios do sorteio. Não há limite de compras.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil

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