Calma e resiliência: Há caminho para sairmos dessa

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A crise gerada pela pandemia do novo coronavírus é algo que nem os países mais desenvolvidos do planeta estavam preparados para enfrentar.

A saúde da população mundial tem sido prioridade neste momento.

Mas, em todo o mundo, a preocupação com a economia também merece atenção.

Mais de 460 mil empresas chinesas encerraram suas atividades permanentemente durante o primeiro trimestre deste ano, quando o país foi fortemente atingido pela Covid-19.

No Brasil, esse cenário, infelizmente, não é diferente.

Segundo uma pesquisa do Sebrae, pelo menos, 600 mil micro e pequenas empresas fecharam as portas e nove milhões de funcionários foram demitidos em razão dos efeitos econômicos causados pelo surto da doença.

O cenário é preocupante, fato. Mas, é preciso lembrar que as adversidades da vida nos ajudam a evoluir.

Nesse sentido, há um forte movimento de vários setores, públicos e privados, unidos para superar os problemas trazidos pelo coronavírus.

Assim como as famílias se esforçam para manter o isolamento e o governo, associações, grandes empresas e até mesmo você, “pessoa física”, também precisam agir para salvar as pequenas e evitar um colapso econômico ainda maior.

Um exemplo de uma boa iniciativa foi a liberação de linhas de crédito para que pequenas e médias empresas pudessem pagar seus funcionários.

Esse plano é baseado na linha de crédito emergencial anunciada pelo governo federal.

Bancos privados estão fazendo o repasse do dinheiro às empresas, mas a maior parte do recurso vem de financiamento do governo.

Ainda na esfera pública, o Senado chegou a aprovar o Programa Emergencial de Suporte a Micro e Pequenas Empresas (Pronampe), que visa auxiliar empresários com faturamento de até R$ 4,8 milhões (ano base 2019), evitando, dessa forma, a rescisão, sem justa causa, do contrato de trabalho dos empregados.

Temos ainda os movimentos que, por meio do grande senso de coletividade, conseguiram engajar organizações de diversos setores.

É o caso do #NãoDemita, um manifesto que convidou os empresários a assumirem o compromisso de não demitir seus funcionários.

A Bmg Granito também fez parte dessa iniciativa, que veio para reforçar a responsabilidade social das organizações com a sociedade.

E é assim, reunindo forças de vários lugares, que vamos conseguir superar os obstáculos em nossa economia. 

Nós, da Bmg Granito, também estamos fazendo a nossa parte.

Para proporcionar segurança e estabilidade durante esse período, reforçamos nosso compromisso com todos os clientes – grandes, médios e pequenos – e garantimos que não haverá alteração nas taxas já praticadas ou cortes na antecipação de pagamentos.

Explicando melhor: a antecipação é uma facilidade que já oferecíamos aos clientes. 

Por exemplo: quando o consumidor faz compras parceladas utilizando nossa maquininha, nós antecipamos o valor integral para a loja (nossa cliente) antes mesmo de a cobrança ser feita ao consumidor. 

Ou seja, quando honramos essa antecipação, estamos contribuindo para que os negócios não fechem suas portas.

Esse é um recurso para que, com o dinheiro em caixa, a empresa possa cobrir despesas mais urgentes do negócio, evitando a contração de dívidas que poderiam se tornar uma bola de neve. 

Esse será o caminho. E, mesmo com as atribulações, empresas de todos os portes precisam ter calma e resiliência para planejar seus passos.

Sob o risco de soar piegas, essa é a hora de se manter positivo.

Medidas como essas, feitas para proporcionar tranquilidade aos donos de negócios, assim como as vidas de seus entes queridos, não têm preço.

Por Rodrigo Luiz Teixeira