Ciências contábeis: Tudo o que você precisa saber sobre o curso e profissão

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Escolher uma faculdade que agregue peso ao currículo, passar no vestibular, pesquisar alternativas de apoio financeiro para arcar com a mensalidade, pensar em formas de alternar o trabalho com a vida acadêmica… são muitas decisões e passos importantes a serem tomados com o iminente ingresso no ensino superior. Para completar, ainda há muitos jovens indecisos quanto a que curso fazer e aqueles que optaram por um, como o caso das ciências contábeis, mas que não sabem ao certo o que esperar da área.

E acredite: isso é mais comum do que se pensa! Afinal, ainda há muita gente que a confunde com administração e/ou economia, que não entende o que é estudado durante a graduação, que se questiona sobre os níveis de empregabilidade e retorno financeiro e que não faz ideia da variedade de campos de atuação que esse ramo tem.

Por isso, fizemos um post completo para deixá-lo a par do que esperar durante a sua vida universitária e, principalmente, profissional. Acompanhe!

O QUE SÃO AS CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Para começar, vamos nos aprofundar sobre o que são as ciências contábeis e como o contador desempenha um papel crucial para diversos setores da sociedade. Assim, vai ser mais fácil entender como é, na prática, essa profissão e identificar se você tem ou não afinidades com ela. Veja:

A IMPORTÂNCIA DA ÁREA PARA O MERCADO

Os formados em ciências contábeis se capacitam para atuar com o controle do patrimônio e das finanças de pessoas físicas e jurídicas para que elas mantenham-se dentro do que preza a legislação vigente sobre o assunto e não cometam irregularidades. Algo que é extremamente importante.

Isso porque esse profissional — que pode atuar em várias vertentes, como veremos logo mais — ocupa-se diretamente de impostos, taxações e demais arrecadações sobre o contribuinte (que é o cidadão comum) que funcionam como recursos para o bom funcionamento dos órgãos e instituições municipais, estaduais e federais.

Além disso, o contador é quem ajuda aos indivíduos e as empresas a ampliar a própria renda, ter mais investimentos, lidar com ações, traçar o planejamento de lucros e prejuízos mensais/semestrais/anuais, fazer pagamentos a terceiros e prestar as devidas declarações à Receita Federal.

A DIFERENÇA ENTRE CIÊNCIAS CONTÁBEIS, ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA

Como falamos no início deste post, um dos questionamentos mais comuns e recorrentes de quem pensa em cursar as ciências contábeis é qual a diferença dela para áreas afins, como a economia e a administração. No tópico anterior, já tratamos sobre o que fazem os contadores. Agora, vamos explicar (e diferenciar) as outras duas.

Bem, aqueles que atuam como administradores estão centrados na gestão de empreendimentos e tudo o que envolve as respectivas estratégias (de marketing, publicidade, canais de atendimento ao consumidor, recursos humanos etc.) e processos internos e externos deles (como os de logística, transporte, distribuição etc.).

Por sua vez, os economistas são os responsáveis por acompanhar, estudar e mensurar as flutuações, os índices taxativos, os impactos e as tendências que ocorrem na economia tanto no nível nacional quanto internacional. Além disso, entender como tudo isso influencia a iniciativa privada e, consequentemente, o crescimento da nação.

Cabe a eles, por exemplo, avaliar os recursos públicos, a média de abertura e mortalidade de novos empreendimentos (MEI, MPE e EGP), a evolução do mercado e das instituições financeiras, a relação entre importação e exportação no país, a produtividade das organizações privadas, o câmbio e a comercialização interna de moeda estrangeira etc.

Portanto, os três ramos são bastante diferentes e não devem ser confundidos como sendo o mesmo campo de atuação, pois administração, ciências contábeis ou economia não são sinônimos uns dos outros, certo?

AS HABILIDADES NECESSÁRIAS PARA QUEM DESEJA ATUAR NO RAMO

Para encerrar o primeiro tópico, vamos abordar quais são as habilidades mais cobradas dos profissionais pelo mercado de trabalho e que podem fazer a diferença na sua carreira. E o motivo disso é bem simples: basta lembrar que quanto maior a empresa na qual se atua, mais tarefas importantes você desempenha ao longo do dia a dia.

Logo, é natural que nos processos seletivos para cargos estratégicos ocorra não só a análise de currículo, mas também entrevistas, dinâmicas e testes que atestem as suas competências. Por isso, é importante saber que entre as mais visadas estão:

  • domínio e interesse contínuo por conceitos e noções matemáticas;

  • afinidade com programas de automação contábil;

  • facilidade de se adaptar às novas tecnologias e ferramentas digitais;

  • proatividade e boa gestão de tempo para atender a diferentes demandas;

  • responsabilidade, moralidade e comportamento ético;

  • excelente oratória para transmitir informações e resumir dados e conceitos matemáticos de maneira simples e direta;

  • boa escrita para produzir relatórios, levantamentos, atas e demais documentos de forma analítica, mas, ainda assim, de fácil leitura e com o máximo de objetividade e clareza;

  • formação contínua e visão empreendedora para os negócios;

  • capacidade de trabalhar em equipes, liderar subordinados e se relacionar com diferentes profissionais.

COMO SE CAPACITAR PARA ATUAR NA ÁREA

Agora que você já sabe por que a área de ciências contábeis é tão importante para as empresas, a diferença dela para outras afins e qual o perfil de quem desejar atuar nesse ramo, vamos abordar o que é preciso para se formar e, consequente, se capacitar nessa profissão. Confira:

A GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS

FORMATO DO CURSO

O curso de ciências contábeis é um curso de bacharelado com duração de quatro anos. Ou seja, ele combina disciplinas expositivas e teóricas com disciplinas práticas e atuais de acordo com as tendências da área e do mercado de trabalho.

Para a obtenção do diploma de bacharel, é preciso ter não apenas a aprovação em cada matéria, mas também a formulação e defesa do trabalho de conclusão de curso. Isso ocorre, geralmente, entre o penúltimo e o último semestre sob a orientação de um professor da sua escolha.

PRINCIPAIS DISCIPLINAS

Sem dúvidas, a graduação em ciências contábeis busca aprofundar e expandir os seus conhecimentos matemáticos. Porém, engana-se quem acha que a grade curricular tem uma proposta unidimensional de ensino — isto é, que foca somente no trabalho com números e nada mais.

É justamente o oposto disso: ela vai além e explora outras áreas do saber (legal, financeiro, econômico, trabalhista, previdenciário, empresarial etc.) para torná-lo apto a não só trabalhar em diversos setores do mercado, como também desenvolver o seu trabalho com o máximo de eficiência nas esferas do poder público — já que nesse ramo suas atividades impactam a população em escala regional e nacional.

Dito isso, você deve estar curioso para saber quais são as disciplinas que compõem a matriz curricular do curso, não é mesmo? Por isso, veja abaixo alguns dos principais conteúdos que você terá ao longo dos oito semestres.

  • Matemática;

  • Instituições de Direito Público e Privado;

  • Economia I e II;

  • Legislação Trabalhista;

  • Sociologia Organizacional;

  • Legislação Previdenciária;

  • Teoria da Contabilidade I e II;

  • Contabilidade e Análise de Custos I e II;

  • Direito Empresarial e Legislação Societária;

  • Mercado de Capitais;

  • Matemática Financeira;

  • Contabilidade Fiscal I e II;

  • Contabilidade Pública I e II;

  • Direito Tributário e Política Fiscal;

  • Planejamento e Orçamento Empresarial;

  • Auditoria Contábil;

  • Noções de Atuária;

  • Gestão Financeira;

  • Controladoria;

  • Perícia Contábil e Arbitragem;

  • Contabilidade Internacional;

  • Marketing para a Contabilidade.

GRUPOS DE ESTUDO, PESQUISA E EXTENSÃO

Além das aulas, seminários e atividades em laboratório, também é essencial que a faculdade que você escolher conte com grupos de estudo, pesquisa e extensão em assuntos como práticas trabalhistas, gestão, empreendedorismo, inovação em pequenas empresas etc.

Isso porque essas atividades proporcionam não só maior integração à vida acadêmica, como também um aprofundamento nos conteúdos que estão sendo vistos, a construção da sua rede de contatos, o desenvolvimento de novas habilidades e competências e a descoberta de novas áreas de interesse.

A PÓS-GRADUAÇÃO PARA FORMADOS EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Como mencionamos há pouco, a graduação em ciências contábeis é um bacharelado. Ou seja, é uma formação de cunho generalista para que você saiba, literalmente, de tudo um pouco e esteja apto a atuar em diversos cenários profissionais — o que também acontece com médicos, advogados, publicitários, engenheiros, arquitetos e por aí vai.

Contudo, é muito comum que, ao conquistar o diploma de bacharel, os estudantes não queiram pausar o aprendizado e optem por realizar uma pós-graduação para se aprofundar e, principalmente, se especializar em um determinado segmento.

Dessa maneira, eles incrementam e diferenciam o currículo, se destacam entre os concorrentes e alcançam cargos estratégicos nas companhias — o que os leva a ter maior reconhecimento social e a obter uma valorização salarial.

Portanto, você pode fazer o mesmo e dar continuidade à sua formação com um caráter mais profissional e voltado para o mercado por meio dos cursos lato sensu (especialização e MBA) ou se dedicar ao ambiente acadêmico, seja para a docência ou o campo de pesquisa e estudo na área por meio dos cursos stricto sensu (mestrado, mestrado profissional e doutorado).

Como exemplo de cursos de pós-graduação, podemos citar: o MBA executivo em gestão estratégica, inovação e conhecimento, a especialização em controladoria, finanças e gestão tributária e a especialização em controladoria e finanças corporativas.

RESPONSABILIDADES E ÁREAS DE ATUAÇÃO DO BACHAREL

Outro assunto essencial para este post é saber quais são as áreas de atuação em ciências contábeis. Afinal de contas, quem sabe pouco sobre o curso ou mesmo nunca teve contato com pessoas já formadas e ativas no mercado de trabalho dificilmente têm conhecimento de quais são as verdadeiras oportunidades para um profissional do ramo.

Contudo, como deixa clara a resolução da Legislação da Profissão Contábil, elaborada pelo Conselho Federal de Contabilidade, uma vez graduado, você pode atuar de forma autônoma, como profissional liberal (com sua própria empresa) ou fazer parte do quadro de funcionários de uma organização conforme as regras da CLT.

Nesse último caso, é possível assumir cargos de diferentes níveis, desde trainee e assistente técnico até supervisor e diretor responsável, em vários segmentos vitais para a saúde financeira de qualquer companhia. Entre os principais e que mais têm demandado mão de obra qualificada estão:

CONTADOR

O contador, certamente, é uma das funções mais buscadas na área — e é fácil entender o porquê. É que, independentemente do porte da empresa, ela precisará desse profissional para se certificar de diversos aspectos internos que podem afetar o desenvolvimento dela e trazer problemas legais, como multas e processos administrativos.

Por exemplo, checar se a legislação trabalhista e fiscal está sendo seguida, apurar o próprio valor patrimonial, fazer a declaração de Imposto de Renda para pessoa jurídica e realizar as mais distintas análises do negócio (de fluxo de caixa, pagamentos de impostos, obtenção de crédito, capital de giro etc.).

AUDITORIA CONTÁBIL

O auditor, por outro lado, concentra suas responsabilidades no monitoramento e planejamento do uso e do investimento dos recursos financeiros da organização a fim de zelar não só pela manutenção e crescimento do patrimônio do empreendimento, mas principalmente pelo bom uso dele.

Por isso, esse segmento avalia os custos do negócio com todos os processos internos, a aquisição de equipamentos, a divulgação dos serviços/produtos e a construção do capital humano, faz levantamentos de balanços de fundos e aplicações financeiras, controla os registros de capital de giro e por aí vai.

PERÍCIA CONTÁBIL

O perito e o auditor trabalham em áreas afins e que comumente trocam informações. Não é para menos que o primeiro costuma se aprofundar nos dados auditados, além de realizar vistorias e investigações detalhadas nas transações internas e externas da empresa para certificar-se da lisura delas.

Esse serviço pode, ou não, ser de natureza judicial e é capaz de detectar com precisão qualquer falha ou irregularidade que possa ser cometida (desvio, ocultação de dados, superfaturamento etc.).

A partir disso, os empreendedores podem tomar as devidas providências legais para regularizar a situação em que se encontram e a Justiça, por sua vez, tem o laudo necessário para prosseguir com inquéritos, processos e ações penais — especialmente em casos de fraude que burlem a legislação.

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

Já o planejador tributário tem a importante função de definir em qual segmento cada negócio vai se encaixar (MEI, PME e GPE), garantindo que a carga tributária não inviabilize a expansão das atividades do empreendimento.

Além disso, ele contribui para o estudo das obrigações fiscais e análise de redução de impostos e demais encargos, o que ajuda a maximizar a eficiência das operações corporativas, a reduzir as despesas e os investimentos internos, a aumentar a receita bruta e líquida e a organizar a sociedade — caso a empresa tenha sido fundada por dois ou mais sócios.

CONTROLE DE ARRECADAÇÃO

O controlador de arrecadação, como o próprio nome deixa claro, é o que analisa, revisa, supervisiona e estipula as metas de arrecadações ao longo do ano. Para tanto, ele promove estudos de acordo com a escala de atuação dele (municipal, estadual e federal) para estabelecer tetos para a Receita Federal e a margem de tributos que devem ser recolhidos na cidade, no estado ou na União.

Mas não acaba aí, já que esse cargo também se responsabiliza por promover isenções fiscais, intimações de contribuintes devedores/omissos e revalidação de débitos e propor novos processos para que a execução do recolhimento fiscal se torne mais ágil e eficiente.

AUDITORIA FISCAL

A auditoria fiscal é uma função similar à auditoria contábil. Porém, o que muda é o cenário em que o profissional passa a atuar, que são as entidades e os órgãos públicos.

Nesses espaços, ele se torna a figura que acompanha, verifica e fiscaliza se os recursos provenientes das arrecadações citadas há pouco estão sendo repassadas para os devidos destinos (da União para os estados, por exemplo) sem que ocorram situações de improbidade administrativa.

Além disso, muitos auditores atuam no controle aduaneiro para prevenir e impedir a entrada de mercadorias, moedas estrangeiras e bens que são trazidos para o país sem respeitar as normas vigentes do modelo de tributação nacional.

COMO É O MERCADO DE TRABALHO

“Certo, eu já sei como é o curso de ciências contábeis e as diferentes possibilidades de segmentos que posso seguir na área. Porém, quais expectativas posso ter em relação ao mercado de trabalho?”, você deve estar se questionando.

Por isso, reunimos, neste tópico, diversas informações sobre jornada de trabalho, empregabilidade e ganhos salariais de acordo com o 27º Boletim RADAR, que é uma publicação oficial elaborada pelo Ipea. A seguir, você confere os resultados:

EMPREGABILIDADE

O primeiro dos dados oficiais é justamente a taxa de empregabilidade para quem se forma na área, que é 93,87% — a 10ª maior entre as carreiras aferidas. Ou seja, isso é mais um indício que comprova o que falamos sobre a alta demanda tanto do setor público quanto do setor privado por profissionais qualificados no ramo.

Afinal, sem contadores, as empresas e os órgãos podem enfrentar sérios problemas quanto à lucratividade do negócio, aos custos de manutenção e ao cumprimento da legislação vigente (trabalhista, previdenciária, societária etc.).

RENDA MÉDIA

Por sua vez, a renda média de um profissional das ciências contábeis em todo o país é de R$ 3.363,05. A publicação ainda traz os ganhos de quem se dedica à docência no ambiente acadêmico, que quase duplicam e chegam a R$ 6.179,10.

Porém, não há dúvidas de que os concursos públicos são a grande aposta de quem almeja estabilidade na carreira e alto retorno financeiro.

Prova disso são os (extremamente) concorridos processos seletivos para auditor-fiscal e analista tributário ao nível estadual e federal que costumam ocorrer anualmente para suprir a demanda dos Tribunais de Conta dos Estados e da Receita Federal e contam com salários iniciais acima de R$ 10.000,00, sem contar os demais vencimentos.

Lembrando, é claro, que outros órgãos também realizam concursos com frequência, como é o caso do Tribunal Superior do Trabalho, do Ministério Público, da Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado, da Secretaria de Estado da Fazenda e da Advocacia-Geral da União. Ou seja, não faltam oportunidades!

JORNADA DE TRABALHO

Quanto à jornada de trabalho, os profissionais contratados em regime CLT têm uma média de 42,16 horas semanais. No entanto, os contadores que decidem atuar de forma autônoma ou até mesmo montar a própria empresa de contabilidade para prestar serviços terceirizados contam com o período de trabalho mais flexível.

Vale ressaltar também que os concursados que atuam no setor público (prefeituras, secretarias, câmaras, conselhos regionais etc.), além de contar com salários mais elevados e demais benefícios do cargo, têm uma carga horária distinta — e, por vezes, bastante reduzida — que pode variar de 20 a 40 horas semanais.

CONTABILIDADE DIGITAL E O FUTURO

Para concluir este post sobre tudo o que você precisa saber sobre o ramo da contabilidade, é importante frisar que ele está intrinsecamente ligado aos avanços tecnológicos. Ou seja, é uma profissão que se beneficia diretamente das novas soluções digitais, como plataformas virtuais, softwares, aplicativos e programas.

Tanto é que os contadores buscam constantemente inseri-las na rotina profissional visando facilitar e otimizar as atividades que realizam, especialmente aquelas desenvolvidas em larga escala seja dentro de grandes companhias/órgãos públicos ou em empresas próprias que contam com um vasto leque de clientes. Com isso, eles ganham em:

  • menor tempo para a produção de relatórios e documentos oficiais;

  • menos erros e falhas em contas numéricas;

  • melhor gerenciamento do cronograma de tarefas; e

  • maior integração de informações e dados entre setores da empresa.

Portanto, é fundamental que desde a faculdade você se prepare para ingressar em um mercado cada vez mais digital e com processos automáticos em meios tecnológicos. Uma boa forma de se preparar e ficar por dentro das tendências da área é participar de palestras, workshops, eventos, fóruns e afins.

E então, gostou de saber mais sobre como é a graduação em ciências contábeis, os diferenciais da área e de quem decide segui-la e, em especial, as expectativas profissionais para os futuros formados? Pois agora é hora de começar a se preparar para aproveitar ao máximo a sua experiência acadêmica e, assim, entrar no mercado pronto para trilhar uma trajetória repleta de oportunidades e grandes conquistas!

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Conteúdo original via UCEFF