Existem duas formas de se aposentar: por idade ou por . Isso, mesmo com a possibilidade um novo regime de previdência aparecer, não será alterado; ambas as formas continuarão existindo. Mas uma confusão acaba por aparecer. Afinal, o que é o certo na hora de considerar a idade para

A por idade e por contribuição

Estamos em um momento de transição e é bem capaz que nos próximos meses tudo mude quanto à questão da .  Hoje, um homem pode considerar os 65 anos como idade para , e uma mulher pode optar por se aposentar aos 60. Isso se eles forem es urbanos. Os es rurais podem se aposentar 5 anos mais cedo, tanto homens quanto mulheres.

A proposta da nova mantém a idade para aos 65 anos, no caso dos homens, e aumenta a idade das mulheres para 62. Mas ela altera a questão do tempo mínimo de contribuição. Até o momento, para se aposentar por idade, os homens precisam contribuir por no mínimo 15 anos. A nova proposta altera isso: a idade para continua a mesma mas o mínimo saltou para 20 anos. 

O , porém, não é levado em conta quando a pessoa declara carência. Ou seja, se a pessoa chegar ao necessário da idade para e passar por necessidades financeiras, ela não está sujeita a essas regras.

Já quando o quesito é “”, a idade para não é levada muito em conta.. O que é considerado é o tempo no qual a pessoa contribuiu para a social. Hoje, o mínimo para os homens é de 35 anos e para as mulheres é de 30 anos. A nova não irá alterar esse número. 

Os cálculos para a

Calcular o salário justo para uma não é algo exatamente simples. Existem algumas variáveis e a possibilidade de uma nova previdência ainda acrescentou um período de transição, que deixa as coisas ainda mais confusas. O provável é que apareçam 5 formas de diferentes nesse período. São elas:

Além da idade para , essas variáveis definirão também o quanto a pessoa receberá. Para alcançar a integral por , por exemplo, um homem terá de pagar a por 40 anos. Mas há de ficar claro que a integral não é exatamente o maior salário e sim uma média.

A taxa de contribuição para a previdência também será alterada. Se agora ela pera entre 8% e 11% do salário, a nova pensa em colocar essas taxas entre 7,5% e 11,68%. 

Lidar com não é algo simples. Cálculos errados podem impactar em uma perda de dinheiro no futuro. Uma pessoa pode deixar de receber o que deve receber. Por isso, buscar ajuda profissional é importante. 



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Conteúdo original Menezes Bonato Advogados Associados

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