Como organizar as suas finanças pessoais

0

Deseja saber como organizar suas finanças pessoais para conseguir poupar mais, realizar os investimentos que deseja ou realizar o sonho da casa própria? Confira quais as principais dicas para controlar seus gastos e aprender a poupar mais dinheiro, aqui neste artigo.

Muitas vezes prestamos muita atenção à organização das finanças das empresas e gastos com despesas fixas mensais, mas as finanças pessoais também devem ser administradas se quisermos ter uma boa saúde econômica em nosso núcleo familiar.

Organizar as finanças pessoais ou familiares não é difícil. Qualquer um pode fazer isso, embora seja necessário ter em mente estes três fatos:

  • Ter consciência sobre a importância de sacrificar privilégios para aprender a economizar;
  • Analisar os gastos financeiros para melhorar a prosperidade em sua vida financeira pessoal;
  • Adotar técnicas que ajudem a otimizar o processo de organização, tais como um planner, aplicativos de controle financeiro, entre outros.

Confira quais as principais dicas de como organizar suas finanças pessoais, para conquistar o tão almejado objetivo que tem para sua vida:

Dicas de como organizar a suas finanças pessoais

Análise de sua situação financeira atual

Antes de começar com qualquer técnica que ajude com a organização, você deve saber como estão suas finanças pessoais, seu ponto de partida geral.

Quantas despesas fixas você tem por mês, quanto você ganha, quais são suas chances de ter um trabalho extra que lhe forneça novas fontes de renda, etc. Além disso, você deve se conscientizar e querer conhecê-los.

Só de pontuar a soma do que gastamos de forma fixa por mês já nos dá alguma ideia de onde começar. Sem conhecimento você não conseguirá se organizar, propor economias ou desafio para melhorar suas economias e evitar dividas com cartão de crédito.

Lembre-se que despesas fixas diferem de gastos por prazer, como por exemplo, aluguel, promissórias do veículo, escola dos filhos, água, luz, mercado, etc.

Gastos em detalhe

Depois de ter uma análise geral, se quiser refinar mais com sua organização financeira, você deve conhecer seus gastos em detalhes. Uma boa recomendação é classificá-los pela importância, bem como, são básicos, médios ou maiores do que poderiam.

Básico seria: moradia, suprimentos e alimentação. Intermediários seriam aqueles “plus básicos”, como taxas de móbile e seus gigs para navegar na internet de forma itinerante, algumas compras mais caprichosas no supermercado, e assim por diante. 

E os superiores seriam aquelas despesas mais supérfluas, das quais você poderia perfeitamente dispensar. Aqueles relacionados a viagens, lazer, restaurantes, lanches, festas aos finais de semana, crédito para jogos, maquiagem em excesso, etc. Ou seja, gastos por capricho que poderiam ser evitados.

Comparar receitas e despesas

Após essa fase de conhecimento, faça seu orçamento mensal incorporando suas receitas e despesas. O desafio é colocá-lo em zero e coletar suas prioridades. Desta forma, você especifica preferências e prioridades, avalie quais despesas são necessárias e quais você pode dispensar ou quais podem reduzir.

Você pode reduzir os gastos com o café da tarde que toma com o pessoal todos os dias e gasta R$ 20, por exemplo? Levar o lanche para o trabalho não só ajuda a economizar, mas pode permitir uma alimentação mais saudável.

Vale a pena se locomover de carro? Que tal tentar o transporte público ou dividir o valor do combustível com amigos de trabalho? E, se a distância não for muito grande, você pode optar por caminhar (lembre-se que a organização mundial de saúde recomenda dar 10.000 passos todos os dias) ou por um sistema de uso de bicicleta que com certeza você tem em sua cidade.

Você sabia que as bibliotecas têm uma infinidade de ofertas de filmes e músicas? E que visitar museus em determinados dias da semana é gratuito? Existe uma grande variedade de lazer barato ou gratuito para curtir com a família!

Depois disso, basta dividir o valor de sua renda por gastos fixos, economia, gastos para lazer e investimento.

Aplicativos para gerenciar gastos pessoais

Há diversos aplicativos gratuitos que ajudam a gerenciar gastos pessoais, para que você consiga avaliar com o que gasta, quais as despesas mais importantes, quanto está conseguindo economizar, para onde está indo o seu dinheiro e administrar suas finanças de forma prática, além de receber alertas sempre que usar seus cartões.

Inclusive, as os aplicativos oferecidos por instituições bancárias são uma ótima opção para organizar as suas finanças pessoais, o aplicativo Santander Way, por exemplo, permite que o cliente emita a segunda via da fatura Santander, verifique o extrato de gastos, limite de cartões, acione uma notificação sempre que usar o cartão, entre outros.

Alguns aplicativos gratuitos que ajudam no controle de suas finanças são:

Antes de baixar o aplicativo para gerenciar finanças, você pode entrar em contato com a central de atendimento do seu banco para verificar como cadastrar o aplicativo oferecido pelo mesmo, caso prefira organizar suas finanças diretamente pela plataforma oferecida pela instituição bancária.

Evite empréstimos a qualquer custo

Outra questão que você deve resolver na organização de suas finanças é a dívida. Não solicite empréstimos, pois pedir emprestado para despesas de curto prazo (antecipar o limite do cartão, pedir dinheiro para pagar faturas que estão perto do vencimento, etc.) é uma decisão financeira terrível que pode acabar pesando suas finanças e fazendo com que suas dividas virem uma bola de neve.

Se você está com muitas faturas em atraso, o que pode fazer é: depois de pagar as despesas fixas, selecione uma fatura que possui os juros de pagamento mais baixo e pague-a primeiro, depois negocie as próximas atualizando o boleto e alterando a data de pagamento.

Também evite ficar sempre pagando suas faturas sempre no valor mínimo, pois poderá acabar demorando ainda mais para efetuar o pagamento completo da dívida.

Organize um plano de economia

Comece economizando uma quantia pequena e muito acessível, como 5% de sua renda. Conforme você organiza suas finanças pessoais cada vez mais, pode aumentar esse percentual para 10% ou mais. Não toque na conta poupança para despesas supérfluas, apenas em caso de emergência.

Distinguir entre necessidades reais e aquelas que são supérfluas ou frívolas

É muito importante frisar este tópico, portanto, antes de comprar algo pergunte a si mesmo se você realmente precisa dele. Hoje, a publicidade é uma sociedade de ultra consumo nos levam a querer muito mais do que precisamos, estimulando o desejo de compra e aumentando o consumismo desenfreado.

Após destinar o restante da verba que sobra para gastar consigo, sempre se pergunte se realmente vai usar o que está comprando, se tem uma necessidade urgente, caso contrário, não gaste.