Como sacar o auxílio emergencial antes do tempo previsto pela Caixa?

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A pandemia causou uma complicação não só na saúde como também na economia da pessoa. O que fez aumentar a pobreza no país. O que levou o governo a criar o auxílio emergencial que no inicio foi no valor de R$ 600 e agora está num valor menor, em R$ 300.

Mais de 65 milhões de brasileiros foram alcançados com o benefício do Governo Federal, o Auxílio Emergencial, que foi criado para amenizar as consequências provocadas pelo novo coronavírus.

A Caixa Econômica Federal deposita o valor do auxílio emergencial primeiro numa conta digital e só depois de alguns dias que libera para saque em espécie. Enquanto o dinheiro está na poupança social digital, sua movimentação só poderá ser feita para para compras com o cartão de débito virtual, por meio de maquinas de cartão com QR Code, em compras por sites e aplicativos, ou pagamento de boletos.

Mas, para quem não pode esperar até a data para sacar o dinheiro, o que fazer para sair da dificuldade?

Existem três possibilidades através do aplicativo Caixa Tem para movimentar o dinheiro.
Pagar na maquininha: para compras no comércio sem cartão através do QR Code;
Realizar pagamentos: para pagamentos de boletos até o limite creditado em sua conta digital;
Cartão de Débito Virtual: para compras em sites e aplicativos.

Saque através do pagamento de boleto bancário

Esta modalidade só poderá ser realizada por bancos digitais que não possuem agências físicas. Bancos que são regulamentados pelo Banco Central (BC). Eles funcionam inteiramente pelos aplicativos de Smartfones, seja para realização de transferências, investimentos ou atendimentos.

São inúmeras instituições financeiras digitais, entre elas estão o Nubank, C6 Bank, Banco Inter, e outros. Para fazer um depósito em um banco digital será necessário gerar um boleto no aplicativo do banco e fazer seu pagamento.

Mas onde o auxílio emergencial entra nesta história?

É simples. Se você, algum amigo ou familiar, tem uma conta em determinado banco digital, pode criar um boleto e realizar o pagamento pelo aplicativo Caixa Tem. O valor pago irá cair na respectiva conta pelo qual o boleto foi gerado.

Sendo que depois, o valor pode ser transferido para qualquer conta em bancos físicos, geralmente não há gasto com TED, DOC ou o novo PIX, e poderá ser sacado pelo beneficiário que precisa do dinheiro em espécie.

Pagamentos com QR Code

O PicPay, o Nubank e o PagSeguro são Fintechs que oferecem serviços relacionados ao seu dinheiro com custos menores que os bancos tradicionais. Esses bancos, chamados de fintechs, possibilitam o pagamento pelo código QR Code.

Não é difícil gerar um boleto. Você abre o aplicativo e clica na opção de “Cobrar” e gera o código. Esse código gerado poderá ser pago através do aplicativo da Caixa Tem e o dinheiro irá cair, bem como no pagamento por boleto, nas respectiva conta pelo qual o boleto foi gerado. Para sacar e transferir dinheiro, o procedimento será o mesmo.

Saque do auxílio emergencial

Será feita através do Cartão de Débito Virtual. Se você trabalha no comércio, é autônomo ou afins, e possui uma maquininha de cartão do PagSeguro, consequentemente tem uma conta digital no PagBank. Ao abrir o aplicativo, dentre as opções, existe uma nomeada de “Cartões”. Ao clicar, o aplicativo vai te dar a opção de “Cadastrar Cartão”. Clique novamente e você terá que inserir as informações do cartão a ser cadastrado.

Cartão Débito Virtual do aplicativo Caixa

O dinheiro do auxílio já está na sua conta Caixa Tem, sendo assim, pegue os dados do Cartão Digital da Caixa e insira na plataforma do PagBank, ao qual irá fazer uma validação de segurança do seu Cartão de Débito Virtual, depois clique em “Adicionar Dinheiro”, pagando uma taxa de conveniência de 1,65% do valor a ser adicionado.

Os próximos passos são os mesmos, onde você pode transferir para uma conta de um banco físico e depois sacar.

Quem não tem Conta Digital

Terá que criar uma conta digital e realizar um dos procedimentos explicados,Isso se você não quiser aguardar o prazo definido para o saque do benefício.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil