Conheça todos os benefícios oferecidos pelo Caixa Tem

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Conheça os benefícios oferecidos pelo Caixa Tem, que podem facilitar a sua vida. Lembrando que o Caixa Tem continua ativo para quem tem uma conta poupança social digital aberta e recebeu benefício social do governo, como o auxílio emergencial ou Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de até um salário mínimo.

Mas, a plataforma da Caixa Econômica Federal também tem outros serviços digitais, como transferências pix, pagamentos de contas básicas como água, luz e telefone), depósitos, compras pela internet ou com cartão de débito virtual em diversos estabelecimentos, recargas de celular e pagamentos via maquininhas.

Também será possível realizar a contratação do Seguro Apoio Família para quem possui conta no Caixa Tem. Este serviço é voltado para o pagamento de funerais em casos de mortes acidentais e de ajuda única no valor de R$ 2 mil junto com cestas básicas.

Outra novidade é a contratação do Seguro Apoio Família para quem possui conta no Caixa Tem. O serviço é voltado para o pagamento de funerais em casos de mortes acidentais e de ajuda única no valor de R$ 2 mil junto com cestas básicas.

Outros benefícios oferecidos pelo Caixa Tem

A conta poupança social digital foi criada em 2020, para promover a inclusão financeira e social de milhões de brasileiros. Sem custo, para os brasileiros que nunca tiveram conta bancária, mas podem podem realizar transações de modo simples e rápido através do aplicativo Caixa Tem.

Todos os cidadãos que receberam o auxílio emergencial pelo Caixa Tem, tiveram suas contas mantidas mesmo depois do fim do programa. O Caixa Também foi responsável em liberar o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm), Bolsa Família e abono salarial PIS.

A plataforma também está sendo utilizada para o recebimento do DPVAT. De acordo com Pedro Guimarães, presidente da Caixa, novos produtos de crédito serão acrescidos na lista de funcionalidades do Caixa Tem, como empréstimo para empreendedores, cartão e seguro.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil