Pesquisa de inadimplência verificou que endividamento familiar no Brasil atingiu maior marca desde setembro de 2016.

De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), o número de famílias com dívidas ou contas atrasadas no Brasil chegou a 24,1% em abril de 2017.

Essa marca é maior tanto quanto a registrada no último mês de março (23,7%), quanto a verificada em abril de 2016, quando ficou em 23,2%.


Mais do que isso, trata-se da marca registrada pela Peic desde setembro de 2016, quanto atingiu 24,6%.

A pesquisa pertence à Conferência Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Sem condições

No que diz respeito às famílias que não terão de pagar suas contas ou dívidas, o percentual ficou em 9,7 em abril – um pouco abaixo dos 9,9% registrados em março, porém acima dos 8,2% de abril de 2016.

Ainda de acordo com a pesquisa, a marca de endividados (em atraso ou não) ficou em 58,9% em abril deste ano. Neste caso, a taxa superou a do mês anterior, de 57,9% e ficou abaixo dos 59,6% de abril de 2016.

Cartão de crédito: maior vilão

O estudo da CNC ainda verificou que 76,6% das dívidas das famílias são com cartão de crédito.

Atrás dele, figuram os carnês (15,3%), o financiamentos de carro (10,6%), o crédito pessoal (9,9%) e o financiamento de casa (8,1%) como fontes de dívidas.


Por fim, o Peic verificou que o tempo médio de comprometimento de dívidas entre os devedores é de 7,1 meses, e a parcela média de comprometimento dos salários é de 30,2%.

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