O CNAE é um conjunto de letras que confunde muita gente.

Por mais que o termo não seja tão popular assim, seu significado é bem simples e fácil de entender.

A sigla quer dizer “Classificação Nacional de Atividades Econômicas” e é uma importante forma de simplificar o enquadramento da empresa.

Neste post, você verá o que é e para que serve o CNAE, além de dicas sobre como escolher o certo para a sua empresa e quais cuidados tomar na hora de fazer isso.

Vamos lá?

O que é CNAE?

O CNAE é um meio de padronizar as atividades econômicas feitas no Brasil.

Na prática, isso significa que a sua empresa passa a estar categorizada para as inúmeras instituições tributárias do país, sejam federais, estaduais ou municipais.

Essa é uma forma de se definir legislativamente, deixando claro quais operações ou atividades sua empresa realiza.

Se aplica a qualquer agente econômico, como ONGs, instituições públicas, empresas, autônomos, e por aí vai.

Em alguns casos, a empresa se encaixa em vários CNAEs diferentes.

Geralmente, isso ocorre quando faz operações em diversas áreas de atuação, como prestação de serviços ou venda de produtos.

Para que serve o CNAE?

Ao contrário do que se pensa, o CNAE não aumenta a burocracia na hora de categorizar sua atividade econômica.

Na verdade, a classificação ajuda a padronizar sua atuação e a facilitar o entendimento do que o seu negócio faz.

E se a sua empresa estiver enquadrada no Simples Nacional, melhor ainda.

Nesse caso, você paga menos tributos e contribui de forma mais inteligente.

Alguns municípios fazem uso de sistemas diferentes de classificação, o que exige atenção especial nesses casos.

Não se esqueça de que existem CNAEs que não se encaixam nos pré-requisitos do Simples Nacional.

São os “CNAEs Impeditivos”, que exigem outros regimes de enquadramento, como Lucro Presumido e Lucro Real.

Como escolher o CNAE certo para a empresa?

Para fazer isso é necessário conhecer o código da atividade na qual sua empresa se enquadrará por meio da tabela CNAE.

Lá há classes, subclasses, seções, grupos, divisões e outras categorias.

Essas opções compõem os sete dígitos da classificação.

Por isso, é importante ter as definições bem claras sobre o seu próprio negócio.

É indústria ou comércio? Envolve um ou vários tipos de produtos? Quais mercadorias serão vendidas? As respostas para essas perguntas são importantes.

Caso você queira ser MEI, é importante consultar quais são as atividades e CNAEs permitidos nessa categoria, a fim de evitar possíveis dores de cabeça no futuro.

O CNAE, como você viu, é uma forma importante de deixar registradas a sua atividade e a área de atuação do seu negócio.

Além disso, é por meio dessa classificação que os regimes de tributação identificam se você pode ser enquadrado ou não.

Lembre-se de que você precisa sempre acompanhar as mudanças do CNAE para que o seu negócio não fique irregular — atualizando os registros nas instituições públicas sempre que possível.

Fonte: FreeNFe