Fase vermelha, veja o que vai abrir e fechar no estado de São Paulo

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O governador do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) classificou todo o estado na fase vermelha por 14 dias. O objetivo é de contar o aumento nos casos e mortes em decorrência da Covid-19 nos hospitais paulistas. A mudança para fase vermelha começa a valer a partir da 0h do sábado (6) e vão acontecer até o dia 19 de março.

“Vamos enfrentar as duas piores semanas da pandemia desde o primeiro caso na pandemia no Brasil”, disse Doria. “É a pior crise de saúde dos últimos cem anos. Há 41 dias, o Brasil tem mais de mil mortes por dia. Como se cinco aviões caíssem por dia matando todos os seus ocupantes. Isso é uma tragédia que pode ser ainda pior. Não podemos banalizar a morte. Um paciente de covid-19 é internado a cada dois minutos”, completou.

Com a medida muitos estabelecimentos e cidadãos terão que se reajustar com relação a abertura e fechamento, bem como na redução da ocupação dos estabelecimentos. Se você procura saber como vai ficar toda a situação pelos próximos 14 dias no Estado de São Paulo, continue acompanhando!

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O que abrirá e o que estará fechado?

Na Fase 1-Vermelha, a mais restritiva do Plano São Paulo, somente serviços considerados essenciais podem funcionar. Nesta semana, o governo estadual acrescentou igrejas e estabelecimentos religiosos como serviços essenciais. A Fase Vermelha não proíbe a circulação de pessoas pelas ruas, como ocorre em um lockdown.

Abertura permitida

  • Farmácias
  • Padarias
  • Postos de combustíveis
  • Transporte
  • Bancos
  • Hotéis
  • Supermercados

Abertura proibida

  • Bares
  • Restaurantes
  • Shoppings
  • Academia
  • Eventos
  • Comércio não essencial dentre outros

Restrições

  • No caso de mercados e estabelecimentos que vendam comida (no caso de açougues) e que não podem consumir no local, permanecerá aberto com até 35% da ocupação;
  • No caso dos restaurantes os mesmos podem funcionar apenas com pedidos em formato drive-thru ou por delivery.
  • Farmácias e escolas com 35% da ocupação
  • Igrejas com 30% da ocupação