FGTS: Empresas poderão fazer recolhimento pela nova ferramenta Pix

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A inclusão do recolhimento do FGTS com a nova ferramenta Pix vai beneficiar os empregadores, tornando mais fácil o cumprimento de suas obrigações.

Na matéria de hoje vamos esclarecer sobre o recolhimento do FGTS nesta nova ferramenta. 

Banco Central 

De acordo com o Banco Central, foi incluído o recolhimento do FGTS entre os serviços que poderão ser feitos pelo Pix, este novo sistema de pagamentos começou a funcionar na segunda-feira, 16, 2020. 

A previsão é que a funcionalidade esteja disponível em janeiro do próximo ano, juntamente com o lançamento do FGTS Digital, que será uma plataforma que permite cobrança e cálculo do benefício por meio digital. 

Haverá também uma possibilidade de uso do Pix para incluir contas que não são abrangidas pelas regras do pagamento instantâneo.

Portanto algumas novas contas de varejo poderão receber Pix, isso de acordo com o Banco Central. 

Fonte: Google
Fonte: Google

Recolhimento do FGTS 

Os recolhimentos do FGTS não se enquadravam no regulamento do Pix, o objetivo desta nova ferramenta é trazer diversos benefícios ao fundo, que ganha em agilidade no recebimento dos recursos, maior facilidade de conciliação e maior número de instituições aptas a receber esses recolhimentos. 

A expectativa do Pix é que ele reduza custos para o governo, que paga pela emissão das guias de recolhimento. 

Estima-se que com um maior número de instituições aptas a recolher os recursos, espera-se uma diminuição das taxas que o FGTS paga pelo serviço de recolhimento. 

Portanto o recolhimento do FGTS feito com Pix diminuirá custos para o FGTS, o que consequentemente reverterá em mais recursos nas contas dos cotistas. 

Esta inclusão no Pix também beneficia os empregadores, tornando mais fácil o cumprimento de suas obrigações pelas facilidades oferecidas pelo Pix.  

No atual momento o recolhimento só pode ser feito por boleto bancário, pago pelo emissor, que é o FGTS, assim a medida não deve trazer benefícios financeiros para os empresários. 

Por Laís Oliveira