Há alguns dias, o governo anunciou que pode acabar com o programa Bolsa Família.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou o novo Programa Renda Brasil que não só substituirá o Bolsa Família como também unificará programas sociais.

O ministro não detalhou quais pessoas podem receber esse novo benefício, apenas que ele pode substituir o Bolsa Família e, também, atingir mais brasileiros.

Entretanto, pessoas ligadas ao governo informaram que o Renda Brasil poderá incluir o Bolsa Família, auxílio-emergencial, abono salarial (PIS), seguro-defeso e a farmácia popular.

O sócio do escritório Escobar Advogados, Gustavo Escobar, comenta:

“nessa crise, o governo brasileiro descobriu que existem milhões de pessoas consideradas ‘invisíveis’, por isso, é urgente a criação de um programa que leve renda e dignidade para essas pessoas”.

Como ficará o auxílio-emergencial?

O auxílio-emergencial foi aprovado em abril, liberando 3 parcelas de R$ 600 para milhões de brasileiros.

O programa ainda apresenta muitos problemas, inclusive sendo negado para quem realmente precisa e, ainda, aprovando para quem não precisa.

Além disso, descobriu-se que milhões dessas pessoas não tinham contas em bancos, o que dificultou ainda mais o pagamento, pois a conta social criada pela Caixa tem apresentado outros problemas.

“As pessoas estão enfrentando enormes dificuldades, especialmente, sobre a falta de renda. Então, essa ausência ou atraso nas informações pelo governo, prejudica as pessoas mais necessitadas do nosso país”, pontua Gustavo Escobar.

Agora, com a informação sobre o programa Renda Brasil, o governo informou que poderá estender o auxílio-emergencial.

Porém, ao invés de R$ 600, serão mais 3 parcelas de valor decrescente de R$ 500, R$ 400 e R$ 300.

Sobre o Renda Brasil que pode substituir o Bolsa Família

Ainda não existe uma proposta final do governo.

O ministro Paulo Guedes também não deu muitos detalhes sobre o programa Renda Brasil, apenas que pode substituir o Bolsa Família.

Por fim, o advogado Gustavo Escobar diz:

“o Bolsa Família não é um programa perfeito de distribuição de renda, há alguns pontos a serem melhorados, mas representa um bom uso dos nossos impostos, por ajudar no sustento de milhões de brasileiros; então, vejo de forma positiva um novo programa que atinja mais brasileiros”.

Atualmente, o programa Bolsa Família custa menos de 3% do investimento federal e representa 0,5% do PIB brasileiro.

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