Segundo pesquisa da Global Data Protection Index, 72% das companhias brasileiras com mais de 200 funcionários tiveram perda ou indisponibilidade de dados somente em 2018. Contar com data center certificado é uma das soluções, de acordo com especialista da Bludata

Junto com soluções disruptivas, a transformação digital também tem revelado desafios para empresas de diferentes portes e segmentos. A proteção dos dados dos clientes, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados, e a redução de perda de informações são duas delas. E ambas passam por um denominador comum: a escolha pela armazenagem das informações.

José Henrique da Silva, diretor da Bludata, especializada em serviços de armazenagem de dados, diz que esse desafio não pode ser ignorado. “A pesquisa da Global Data Protection Inde revelou que em 2018, 72% das companhias brasileiras tiveram problemas com perda ou indisponibilidade de dados. Este dado é bastante preocupante, porque este problema afeta diretamente o cerne do negócio. Significa a falta de acesso ao sistema e aos registros, reduzindo o tempo de resposta ao cliente, redução de produtividade ou tomada de decisão, além de não cumprimento da lei, já que a LGPD alerta para a responsabilidade de manter em sigilo os dados pessoais de clientes, por exemplo. Um vazamento ou a perda destas informações pode colocar em risco a saúde financeira do negócio”, destaca.

Para evitar o problema, o executivo diz que a escolha do data center é crucial. “Hoje existe um padrão internacional de segurança que regulamenta e certifica os data centers. Quando você opta por uma empresa que segue estes padrões, tem a tranquilidade de que terá segurança e disponibilidade no acesso e armazenagem das informações”, comenta o diretor da Bludata.

José Henrique da Silva, CEO da Bludata. Crédito: Daniel Zimmermann

Os diferenciais de um data center certificado

Recentemente reconhecido com padrão Tier III, o data center da Bludata faz parte de uma seleta lista de estruturas brasileiras reconhecidas internacionalmente. A auditoria e certificação realizadas pelo Uptime Institute leva em consideração questões como a redundância em fontes de energia, 99.982% de disponibilidade, máximo de 1,6 horas de inatividade por ano e 72 horas de proteção contra interrupção de energia.

A estrutura garante a empresa que contrata o serviço de armazenagem de dados não só disponibilidade, mas segurança e respaldo legal. Uma questão fundamental, já que de acordo com o Serasa Experian, 85% das empresas brasileiras ainda não está pronta para atender às exigências da Lei de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). “Investir em estrutura própria é um custo muito elevado, que a maioria das empresas não está disposta a arcar. E além de reduzir custos, contar com um fornecedor de data center significa manter o foco na atividade principal da empresa, terceirizando a um fornecedor confiável e auditado o trabalho de manutenção da segurança das informações”, saliente José Henrique.

Para garantir total segurança aos clientes, a Bludata* investiu R$ 10 milhões em seu data center, o primeiro de Santa Catarina a atingir o Tier III da certificação do Up Time Institute e o segundo do Sul do país. 

* Desenvolvedora de software para gestão de negócios, a Bludata está no mercado há mais de três décadas e segue inovando em serviços e produtos. Conta com soluções de armazenamento de dados, já desenvolveu soluções financeiras de office e internet banking, sistemas para segmentos automotivos e de educação a distância, além de prestar serviços de backup e segurança de dados.José Henrique da Silva, CEO da Bludata. Crédito: Daniel Zimmermann

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