INSS: como conseguir empréstimo consignado com limite maior

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A Caixa Econômica Federal (CEF) aumentou a margem para empréstimos consignados de 30% para até 35%.Os valores são para os segurados do INSS (Instituto Nacional do seguro Social).

O novo valor do empréstimo terá validade até dezembro de 2020, quando terminará o estado de calamidade pública, devido a pandemia do novo coronavírus.

Os segurados do INSS vão pagar taxas que variam entre 1,34% e 1,50%. O prazo para quitar será de até 84 parcelas.

“Além de ampliar o percentual de comprometimento de renda destinado a empréstimos, a medida destina um percentual de até 5% do total do valor do benefício para saques ou pagamento da fatura do cartão de crédito, totalizando 40%”, diz nota da Caixa.

O prazo de carência será de até 90 dias para iniciar o pagamento das prestações. Está opção é para novos contratos, renovação ou portabilidade de outros bancos.

“O prazo do contrato original também pode ser aumentado na renovação, seja para diminuir o valor das parcelas mensais ou para aumentar o valor do crédito a receber”, informou a Caixa Econômica.

Os aposentados e pensionistas do INSS que possuem empréstimos consignados em outros bancos podem realizar a portabilidade da operação de crédito.

Como ficam os valores?

Antes, quem recebia do INSS um valor de R$ 2 mil mensais podia conseguir um empréstimo de até R$ 29,6, na margem de crédito em 30%, porém, na nova margem, de 35%, é possível realizar um contrato de até 34,5 mil.

As pessoas que recebem os benefícios previdenciários de R$ 5 mil, o valor do empréstimo aumenta de R$ 68,5 mil para R$ 79,9 mil.

Onde contratar o empréstimo?

A Caixa Econômica Federal (CEF) disponibilizou plataformas para os beneficiários poderem realizar contratação ou renovação do empréstimo consignado:

A plataforma Agora SIM;
O Internet Banking;
Correspondente Caixa Aqui Negocial.

Os interessados que desejarem poderão entrar em contato com a agência da Caixa mais próxima a sua residência. Ou ainda pelo canais de comunicação do banco para realizar o negócio.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil