Líbano questiona ex-chefe da Nissan Carlos Ghosn sobre alerta da Interpol

Carlos Ghosn foi presidente e CEO da Renault, Nissan e Mitsubishi Motors.

A ele é creditado a volta por cima tanto da Renault quanto da Nissan, que estavam lutando quando ele assumiu. Em 2018, ele foi preso no Japão e depois fugiu para o Líbano.

Ghosn nasceu em 1954 e foi criado no Líbano. Ele é engenheiro mecânico por formação e tem mestrado pela École Polytechnique na França.

Ghosn começou sua carreira na Michelin em 1978, antes de se mudar para a Renault em 1996. Ele se tornou chefe das operações da Renault em 1999.

Em 2002, ele se tornou co-CEO da Renault e Nissan, e supervisionou a reviravolta nas condições administrativas das duas empresas.

Carlos Ghosn – que tem cidadania francesa, libanesa e brasileira – deveria inicialmente ser julgado no Japão após sua detenção em 2018, mas ele pulou a fiança e fugiu para o Líbano. 
(AFP)

Interpol Emite Alerta Vermelho

O Líbano questionou o ex-chefe da Nissan Carlos Ghosn depois de receber um aviso vermelho da Interpol para sua prisão.

Mais não tomou novas medidas legais contra ele, disse um oficial do tribunal na segunda-feira.

As perguntas se concentraram em alegações como “lavagem de dinheiro, abuso de poder e esbanjamento de dinheiro da empresa

No início de maio, o Líbano recebeu o aviso vermelho da Interpol, que não é um mandado de prisão internacional.

Mais pede às autoridades em todo o mundo que detenham provisoriamente pessoas que aguardam uma possível extradição ou outras ações legais.

O aviso foi emitido depois que a França pediu a prisão de Ghosn em abril devido a pagamentos suspeitos de US$ 16,3 milhões entre a aliança Renault-Nissan que Ghosn liderou.

Após a última sessão de interrogatório, o Líbano enviará as respostas de Ghosn às autoridades judiciais francesas, disse o oficial do tribunal.

O Líbano não extradita seus Cidadãos

O Líbano, que não extradita seus cidadãos e proibiu Ghosn de deixar seu o país e pediu à França que envie todas as provas que reuniu contra o ex-executivo.

Para analisar se o judiciário possa determinar seu julgamento em Beirute.

Ghosn – que tem cidadania francesa, libanesa e brasileira – deveria inicialmente ser julgado no Japão após sua detenção em 2018, mas ele pulou a fiança e fugiu para o Líbano.

Fonte: Redação Jornal Contábil

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