MEI negativado vai conseguir empréstimo?

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O MEI (Microempreendedor Individual) que estiver negativado e precisar de empréstimo para gerar benefício para sua empresa irá conseguir?

Todos nós na hora de solicitar um empréstimo iremos passar por avaliações realizadas pelas instituições financeiras, pois, elas vão querer saber se estamos negativados, consultando os órgãos de proteção ao crédito, SPC/Serasa. Estando você com o score baixo e com o nome sujo, será considerado um “mau pagador”.

Photo by @freepik / freepik
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O MEI que está nesta condição vai poder solicitar um empréstimo, estando o seu CNPJ ativo, isso oferece boas oportunidades para ter o crédito aprovado.

Mesmo quem tem baixa pontuação junto ao Serasa, pode ter chances de conseguir uma linha de crédito, para melhorar seu capital de giro.

Algumas instituições financeiras oferecem empréstimo para aqueles que são MEI, mesmo estando com problemas no SPC/Serasa.

Empréstimos para o MEI negativado, como conseguir?

Antes de se dirigir a uma rede bancária, reúna os documentos necessários para poder apresentar ao banco. Será necessário:

RG e CPF;
Comprovante de Residência;
Certificado de MEI;
Comprovantes de Renda (pessoal e da empresa);
Plano de investimento (informa a utilização do dinheiro solicitado).

Sendo necessário informar ao banco o valor desejado e para que você precisa, para poder ter o crédito concedido. Geralmente o MEI precisa investir em equipamentos, capital de giro, compra de recursos, etc.

Para conseguir ter o empréstimo, o microempreendedor individual precisa estar regularizado, estando em dia com os impostos, tendo pendências, não será concedido o crédito.

Bancos que concedem empréstimos para MEI negativado

Veja as instituições financeiras que oferecem empréstimo ao MEI negativado:

Caixa Econômica Federal;
Banco do Brasil;
BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento).

Lembrando que cada banco tem suas próprias regras para contratação de crédito, sendo diferenciado entre eles o valor das parcelas que você irá pagar do empréstimo.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha — jornalista do Jornal Contábil