Connect with us

Chamadas

Como será a integração no Bolsa Família em 2023?

Autor: Lucas Machado

Publicado em

Como bem se sabe, no próximo ano um novo governo liderado por Luiz Inácio Lula da Silva assumirá as rédeas do país. Mediante à transição de poder, diversas mudanças entraram em vigor, dentre elas está a transição do Auxílio Brasil para o Bolsa Família.   

Em geral, a transição de programas sociais não irá se restringir ao nome, visto que o governo eleito em 2022, já garantiu algumas reformulações positivas no pagamento do benefício. No próximo ano, os integrantes do Bolsa Família devem receber no mínimo R$ 600 por mês, visto que o valor base pode ser acrescido de uma parcela de R$ 150, caso a família beneficiária seja integrada por, ao menos, uma criança com menos de 6 anos. 

Outra mudança relevante diz respeito ao retorno de certas condicionalidades voltadas à manutenção do benefício, algo que havia sido retirado pela gestão de Bolsonaro durante a vigência do Auxílio Brasil. De modo breve, para permanecer recebendo os pagamentos mensais, os beneficiários deverão arcar com compromissos tais como, frequência escolar mínima, atualização da carteira de vacinação e realização do pré-natal para gestantes. 

Quem poderá receber o Bolsa Família em 2023?

Conforme as pretensões do novo governo, as novidades programadas para o benefício social não devem gerar efeitos muito significativos para os atuais beneficiários do Auxílio Brasil. A estimativa é que as mais de 21,5 milhões de famílias amparadas pelo programa, permaneçam recebendo os pagamentos em 2023. 

⚠️ ACESSO EXCLUSIVO
Você está perdendo conteúdos exclusivos
Acesso sem anúncios + conteúdos especiais e privados.
R$4,90
Teste por 30 dias • depois R$9,90/mês
LIBERAR MEU ACESSO AGORA
✔ Cancelamento fácil • Sem compromisso

Até porque, os moldes de inclusão no programa não devem sofrer alterações, de modo que o programa permanecerá sendo destinado à famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza. Na prática, o que deve mudar neste âmbito é a aplicação das condicionalidades previamente anunciadas, ainda sim, este fator mais diz respeito à manutenção do benefício do que a inclusão no mesmo. 

Como será realizada a inscrição no programa?

Para quem ainda não faz parte do programa social, a inscrição que viabiliza a integração na folha de pagamentos também deve seguir a lógica utilizada atualmente. Isto é, no próximo ano, quem desejar se candidatar a uma vaga no Bolsa Família, precisa primordialmente realizar o cadastro no Cadúnico. 

Vale lembrar que antes mesmo da transição do Bolsa Família para o Auxílio Brasil no final de 2021, a inscrição no Cadúnico já era utilizada no direcionamento dos mais necessitados a programas sociais, o que inclui o principal benefício de transferência de renda do país. 

A inscrição no sistema é feita pelas prefeituras municipais, de modo que para realizar o cadastro o cidadão responsável pela família deve se direcionar pessoalmente a alguma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). O procedimento cadastral exige documentos oficiais dos familiares, logo, veja abaixo quais documentações devem ser apresentadas. 

  • No caso do titular da família, basta apresentar o Título de Eleitor, CPF ou RANI (no caso de quilombolas ou indígenas; 
  • Para os demais integrantes do grupo familiar, basta apresentar algum dos documentos a seguir: CPF, RG, Carteira de Trabalho, Certidão de Nascimento, Certidão de Casamento, Título de Eleitor ou RANI. 

Para maiores detalhes relacionados ao programa social, o cidadão pode consultar os seguintes canais: aplicativo do benefício (que deve mudar de nome em 2023), aplicativo Caixa Tem e Central de atendimento da Caixa no número 111. 

Mais lidas