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Dicas para manter as finanças pessoais em dia e organizadas
Eu acredito que não há situação mais desafiadora do que chegar no momento de pagar as contas mensais e ver que o seu dinheiro sumiu, seja por conta de dívidas ou rendimentos insuficientes. Para evitar esse cenário, confira dicas para ajudar a lidar com o orçamento apertado, melhorar sua relação com o dinheiro, bem-estar e condições de crescimento.
Um dos primeiros passos é começar registrando todas suas informações financeiras para saber exatamente quais são as contas fixas, os gastos supérfluos e o total de suas dívidas. Caso prefira utilizar a tecnologia, há aplicativos que disponibilizam funcionalidades como o registro dos cartões de crédito e, por meio desses dados, criam gráficos e relatórios demonstrando os gastos separados por segmentos. Com essa visão, é possível entender, inclusive, o quanto você conseguirá poupar em curto e longo prazo.
Uma vez com a visualização do seu diagnóstico financeiro, você terá todas as informações para fazer o seu controle de gastos e definir custos que devem ser mantidos ou não. Lembre-se que, nesta etapa, maturidade e disciplina são essenciais para identificar oportunidades de redução de custos.
Este é um ponto que sempre insisto em falar: se possível, faça uma reserva de emergência. Por menor que seja a quantia, e por menor que sejam os rendimentos, faça economias mensais, pois esse dinheiro não só pode te salvar de um aperto futuramente, como, também, pode ser a porta de entrada para outros tipos de
investimentos rentáveis.
Existem muitas maneiras de fazer um planejamento financeiro, mas, para quem está começando agora, eu indico a regra do 50- 35-15, que consiste em fazer uma divisão na renda mensal para que possa pagar contas, ter dinheiro para o lazer e uma reserva para investimentos. Nesse sentido, um exemplo é separar 50% para os gastos essenciais fixos, 35% para lazer e 15% para reserva de emergência ou investimentos.
Por fim, quero concluir ressaltando que, para obter uma vida financeira saudável, é importante que o hábito de planejar e organizar as finanças pessoais faça parte da rotina e que não seja visto, apenas, como uma promessa.
Por Dora Ramos, Consultora contábil com mais de 30 anos de experiência, além de terapeuta holística e reikiana há 25 anos.
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