Chamadas
Diretor-geral da PRF vira réu por improbidade administrativa
O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, se tornou réu por improbidade administrativa. O juiz José Arthur Diniz Borges, da 8ª Vara Federal do Rio de Janeiro, aceitou a ação movida pelo Ministério Público Federal através do procurador Eduardo Benones, do MPF, contra o diretor nesta sexta-feira.
O pedido foi feito após Vasques fazer uso indevido do cargo durante as eleições e de, inclusive, ter pedido de forma irregular votos para o presidente derrotado Jair Bolsonaro (PL).
Leia Também: Antes do fim do mandato Bolsonaro promove 10 generais do Exército
Afastamento do cargo
O procurador Eduardo Benones, realizou outro pedido, neste ele solicita que Silvinei seja afastado do cargo por 90 dias. Com relação a isso, o juiz afirmou que primeiro quer ouvir o Diretor Geral, dar um prazo de 30 dias, para depois tomar uma decisão. Na decisão, divulgada pela Globonews, o magistrado afirma que Silvinei Vasques está de férias até o dia 06 de dezembro.
“Determino a expedição de mandado de citação da parte ré para oferecimento de defesa, no prazo de 30 (trinta) dias, nos termos do art. 17, §7º da Lei nº 8.429/92. Após, voltem-me conclusos, inclusive para apreciação da medida cautelar requerida”
De acordo com G1, se Silvinei usar todo o prazo praticamente já estará fora do cargo, porque no governo Lula ele não seguirá no comando da PRF, o que tiraria qualquer efeito prático de um afastamento.
A GloboNews apurou que o MPF deve recorrer da decisão do juiz, pedindo um prazo menor para Silvinei se manifestar.
Leia Também: PEC da Transição: Gleisi diz que “falta articulação no Senado”
Irregularidades durante as eleições
“A vinculação constante de mensagens e falas em eventos oficiais, entrevista a meio de comunicação e rede social privada, mas aberta ao público em geral, tudo facilmente acessível na internet, sempre associando a própria pessoa do requerido à imagem da instituição PRF e concomitantemente à imagem do Chefe do Poder Executivo federal e candidato à reeleição para o mesmo cargo, denotam a intenção clara de promover, ainda que por subterfúgios ou mal disfarçadas sobreposição de imagens, verdadeira propaganda político-partidária e promoção pessoal de autoridade com fins eleitorais”, escreveu o Ministério Público.
Foi levado em conta também no pedido, a politização dos agentes da PRF durante o segundo turno, desobedecendo ordens do ministro da Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, para que não fizessem comandos nas estradas, dificultando o direito de voto dos eleitores, sobretudo na região Nordeste.
“Não é possível […] dissociar da narrativa desta inicial a possibilidade de que as condutas do requerido, especialmente na véspera do pleito eleitoral, tenham contribuído sobremodo para o clima de instabilidade e confronto instaurado durante o deslocamento de eleitores no dia do segundo turno das eleições e após a divulgação oficial do resultado pelo TSE”, argumenta o MPF.
Silvinei também é acusado de omissão durante os bloqueios dos caminhoneiros nas estradas, em protesto contra o resultado das eleições.
Contabilidade4 dias agoSenado simplifica regime tributário de profissionais liberais
Reforma Tributária4 dias agoConheça as opções de tributação que a Reforma trouxe para as empresas do Simples Nacional
INSS4 dias agoBolso cheio: INSS divulga as datas de pagamento do mês de julho
Contabilidade3 dias agoComo a inteligência artificial está redefinindo a profissão contábil
Contabilidade3 dias agoO que configura crime fiscal e como manter a regularidade na sua empresa
Simples Nacional4 dias agoComo abrir seu CNPJ em 2026 sem erro ou dor de cabeça
Fique Sabendo4 dias agoSenado aprova pagamento de pensão alimentícia via Pix
MEI5 dias agoGoverno libera R$ 2 bilhões em garantias de crédito para MEIs e caminhoneiros comprarem veículos





























Receba nossas notícias pelo WhatsApp em primeira mão.