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Financiamento estudantil é uma dívida ou um investimento?

Estudar é o sonho de muitos brasileiros, isso porque além de conhecimento, as habilidades e técnicas adquiridas podem contribuir para a melhora da renda.
Um estudo realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostrou que o ensino superior (incluindo graduados e pós-graduados) garante ao brasileiro uma remuneração média 144% acima da de quem para na conclusão do ensino médio.
Já em comparação com aqueles que não concluíram o ensino médio, a remuneração dos graduados mais que triplica (258% acima).
Porém, o acesso à educação, assim como o prosseguimento dos estudos é algo limitado no Brasil, principalmente no cenário atual de crise sanitária e econômica.
Uma pesquisa realizada pelo Pravaler, maior plataforma de soluções financeiras para educação do País, mostrou que dificuldades financeiras foram os principais motivos para a solicitação do financiamento e para eventual trancamento da faculdade.
Alguns não teriam condições de cursar o ensino superior sem tal apoio ou bolsa e já solicitaram no momento da matrícula; outros tiveram alguns imprevistos como perda de emprego próprio ou diminuição de renda familiar.
Por isso, serviços como o oferecido pelo Pravaler, que já ajudou 180 mil estudantes a transformar suas vidas por meio da educação, são a solução e não um entrave, como muitos imaginam.
“O financiamento dos estudos pode ser visto como um investimento, pois a médio prazo colabora com o aumento da renda”, explica Felipe Chances, gerente de controladoria do Pravaler.
Veja abaixo os três passos listados pelo especialista para entender melhor como planejar as finanças e investir na educação.
Educação é investimento
A instituição financeira funciona como um facilitador sendo responsável por pagar as mensalidades do curso à instituição de ensino para que o estudante já comece as aulas e tenha melhores condições de efetuar o pagamento.
No Pravaler, por exemplo, é possível pagar a metade do valor da mensalidade, sem juros, no dobro do tempo do curso.
“É preciso entender que o financiamento estudantil não é uma dívida contraída, mas um investimento a médio prazo, pois é algo que agregará conhecimento e consequentemente melhores oportunidades profissionais”, explica Felipe Chanes, Gerente de Controladoria do Pravaler.
De acordo com um levantamento feito pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), em média, o nível de escolaridade fundamental adiciona 38% ao rendimento/hora, o médio 66% e o superior 243%, em relação a um trabalhador sem instrução.
A diferença entre dois níveis subsequentes pode ser interpretada como vantagem pelo grau de instrução; o nível médio acrescenta 20% e o superior cerca de 107%.
Contudo, o estudo destaca que a comparação direta dos rendimentos médios por grau de instrução deve ser feita com cautela, visto que não é apenas pelo nível educacional que os grupos se distinguem.
Outros atributos – como anos de experiência laboral, total de horas trabalhadas, atividade, localização, vínculo formal/informal – também podem ter impacto nos rendimentos.
Finanças em dia
Para tomar a decisão de contratar o financiamento estudantil é preciso ter o cuidado de manter as finanças em dia.
“O indicado é conhecer bem os gastos. O quanto recebe, quais são as contas fixas e o quanto sobra no final do mês. Isso evita assumir responsabilidades impossíveis de pagar”, afirma Chanes.
Um método simples de organização financeira é o 50-30-20, que sugere uma forma ideal de utilização do dinheiro mensalmente.
Neste método, divide-se os gastos em três categorias principais: 50% da renda é direcionada para gastos fixos, 30% com desejos pessoais e 20% em investimentos.
Nos gastos fixos, colocam-se contas como aluguel, alimentação, educação e saúde. Na parte de “desejos pessoais” ficam as compras que representam os itens de satisfação imediata como viagens, serviços de streaming e lazer. Em “investimentos”, é importante reservar parte da renda para criar uma reserva de emergência e investir o dinheiro”, explica Felipe.
Um passo rumo ao crescimento
Entendendo o quanto a educação é importante para a carreira profissional, e tendo definido que o financiamento estudantil é a melhor opção para ingressar nos estudos, é o momento de escolher o curso e as melhores condições de mensalidade.
“Aqui a regra 50-30-20 é fundamental. Gastos com educação entram na categoria 50, já que é um compromisso assumido que trará retorno na sua conclusão, e, para isso, é preciso calcular o quanto será investido. Com o financiamento estudantil do Pravaler, a chance de fazer cursos mais caros aumenta, já que o valor a ser pago será referente a 50% do valor da mensalidade”, conclui Chanes.
É importante ter claro quais são os interesses e pesquisar por opções que se enquadrem à realidade. Algumas opções não contemplam cursos como os da modalidade EAD, por exemplo.
Avalie também a credibilidade da instituição em questão e considere as diferentes possibilidades existentes para que o estudo não seja uma dor de cabeça.
Sobre o Pravaler
O Pravaler é a maior empresa de soluções financeiras para educação do Brasil. A companhia foi a primeira desse segmento fundada no País e está entre as mais importantes, segundo estudo publicado pela KPMG. Com processo de contratação de seus serviços 100% online e zero burocrático, o Pravaler tem como filosofia gerar oportunidades educacionais, potencializando o que há de melhor na sociedade. A empresa atua no mercado há 20 anos e tem entre seus principais acionistas o Banco Itaú. Em 2020 e 2021, foi listada entre as empresas que crescem mais rápido nas Américas pelo Financial Times. Com faturamento de 250 milhões e mais de 300 colaboradores apaixonados por educação, o Pravaler tem a meta ousada de ampliar o acesso à educação e beneficiar um milhão de alunos até 2025, contribuindo para a transformação da vida de muitas famílias.
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