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Segregação Contábil nas Cooperativas Agropecuárias

No mundo complexo da tributação das cooperativas agropecuárias, enfrentar desafios são cruciais na identificação das exigências fiscais e no cumprimento das obrigações principais e acessórias.
Para navegar por esse cenário, é fundamental explorar e cumprir as legislações específicas das cooperativas, bem como as obrigações fiscais do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) e as normas contábeis relacionadas à segregação por atividades.
A premissa do cooperativismo é o ato cooperativo que representa as transações operacionais entre cooperativas e seus associados, com o objetivo de alcançar metas compartilhadas, indo além das transações de mercado convencionais.
Compreender o impacto tributário da segregação contábil do ato cooperativo no mundo digital é o diferencial especifico de sua natureza jurídica e na redução da carga tributária relacionado ao imposto de renda pessoa jurídica (IRPJ) e a contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL).
Determinar se um ato é cooperativo ou não-cooperativo possui duas vertentes, uma opção é pela entrada (aquisição) de produtos in natura, fornecidos pelos cooperados para posterior industrialização, a outra opção é pela saída (revenda) de mercadorias.

O profissional contábil transforma as operações de compra e venda realizada pela cooperativa em percentuais que será utilizado para alocar as receitas, abatimentos de impostos e custos dos produtos vendidos nas operações com associados e com não associados que resultará na apuração do resultado não tributados (sobras) e o resultado tributável (lucros).
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A estrutura própria do plano de contas é crucial na gestão financeira e tributária, distinguindo o ato cooperativo do ato não-cooperativo.
A aderência rigorosa é requisito para resguardar a natureza jurídica e garantir a não-incidência tributária.
A segregação das operações e a elaboração de balancetes mensais e cumulativos são práticas importantes para garantir a conformidade fiscal e contábil.
A tecnologia aliada a investimento em capacitação é garantir uma gestão eficiente e sustentável nas cooperativas agropecuárias.
Escrito por Kenia Maria da Silva
Especialista em Neurociência, Psicologia Positiva, Auditoria Digital, Direito Tributário e Gestão para Cooperativas, com graduação em Ciências Contábeis.
Atua há 32 anos em contabilidade tributária para cooperativa do ramo agropecuário. Experiência em docência universitária e técnica vinculada ao setor contábil.
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