A nossa rotina, a nossa vida financeira e o setor de saúde tem sofrido um impacto por causa do novo coronavírus. Um efeito que atingiu o mundo inteiro e criou um verdadeiro caos na economia.

Para poder diminuir um pouco esse problema, o Governo Federal criou algumas medidas para o setor financeiro. Uma das medidas é em relação ao empréstimo consignado.

Vamos conhecer as principais adaptações feitas nesse tipo de serviço bancário.

O que a crise fez com a nossa economia?

Vamos precisar de muito cuidado, para não ter atitudes desesperadas. Vamos continuar com o isolamento social e manter nosso espírito colaborativo, muita gente tem procurado saídas para reduzir os efeitos da pandemia na saúde, não só física, mas também na vida financeira.

Muitas empresas suspenderam seus serviços temporariamente ou limitaram os atendimentos ao cliente.

Provocando uma queda na economia, levando a prejuízos, as pessoas que depende de seus salários, pensão ou aposentadoria para viver.

Claro, que elas vão buscar de algum jeito uma forma para resolver este problema. Uma boa opção pode ser o empréstimo consignado.

Agora, se acha que deve pedir dinheiro emprestado ao banco, é sempre bom conhecer as condições especiais de crédito com pagamento das parcelas descontadas em folha de pagamento.

O que mudou no empréstimo consignado?

Vai ter direito ao empréstimo consignado, trabalhadores com registro em carteira, servidores públicos, pensionistas e aposentados.

Geralmente esse tipo de crédito tem taxas de juros menores em comparação ao empréstimo pessoal. Nesse caso, os aposentados são os que mais preocupam.

Levando em conta que o Covid-19 pode afetar muitas pessoas acima de 60 anos e que possuem doenças crônicas são as mais afetadas pelo coronavírus.

Foi pensando nisso que o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e o Conselho Nacional de Previdência Social se juntaram e elaboraram uma normativa que vai favorecer os beneficiários do crédito consignado.

A nova regra do empréstimo consignado poderá ser parcelada em 84 vezes (7 anos), com uma redução de juros de 2,08% para 1,8%. ao mês.

Mas o empréstimo consignado vai depender da renda mensal dos beneficiários do INSS. O que realmente mudou foi o percentual de comprometimento da renda, que teve um aumento de 35% para 40%.

Essas mudanças estão valendo para que casos?

As mudanças só estão valendo apenas para os novos contratos a partir da data de publicação no Diário Oficial da União.

No caso da margem consignável, ela ainda depende da aprovação no Congresso Nacional.

É sempre bom ficar atento as informações disponibilizadas pelos canais oficiais de comunicação do INSS e CNPS. E ter cuidado com notícias falsas e aumentar muito a atenção para não cair em golpes.

Nunca passe seus dados pessoais, número de conta bancária, dados do cartão e senhas para ninguém, seja por telefone, WhatsApp ou qualquer outra forma de meio de comunicação.

Os espertinhos gostam de agir justamente nesses períodos difíceis, onde as pessoas estão com medo e tensas por causa do coronavírus. É nesse momento que eles aplicam o golpe se aproveitando da sua fragilidade.

Ao pedir um empréstimo consignado é necessário ter certos cuidados

Só peça empréstimo consignado em bancos que foram autorizados pelo Banco Central (BC).

Cada banco tem sua fórmula, fazendo com que o custo efetivo do empréstimo sofra variações de banco para banco.

Apesar do juros mais baixos, os aposentados e pensionistas do INSS devem calcular outros encargos, como seguros, taxas administrativas, etc.

Por isso é melhor fazer uma cotação em diversos bancos e avaliar qual o melhor custo benefício para você.