A Oi (OIBR3) anunciou nesta-segunda-feira (7) que aceitou a oferta de R$ 16,5 bilhões por sua unidade móvel feita por um consórcio que foi formado pela Claro, TIM (TIMP3) e Vivo (VIVT4), de acordo com comunicado enviado ao mercado.

Prova de vida

Esse tipo de contrato de compra é conhecido como “stalking horse” e atua como uma oferta de abertura que outros licitantes interessados devem superar se planejam comprar os ativos.

Segundo o documento, R$ 756 milhões referem-se a serviços de transição a serem prestados por até 12 meses pela Oi, acrescido do compromisso de celebração de contratos de longo prazo de prestação de serviços de capacidade de transmissão junto à Oi, na modalidade take or pay.

O valor presente líquido, calculado para fins e na forma prevista no Aditamento ao Plano de Recuperação Judicial é de R$ 819 milhões.

A Oi, que entrou com pedido de recuperação judicial em 2016, está vendendo uma série de ativos para levantar fundos e reembolsar os credores.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil