A pandemia provocada pelo Novo Coronavírus (Covid-19) trouxe impactos significativos em várias esferas da sociedade.

O isolamento social veio à tona e, com ele, novas formas de se entreter e se informar ganharam vazão. 

Assim sendo, as lives realizadas nas redes sociais e os artigos veiculados na imprensa, por parte de profissionais de diversos segmentos, foram uma forma contínua de permear conhecimento e informação – e contribuir para uma melhor orientação aos cidadãos sobre os aspectos do vírus que norteam a sociedade. 

Taiana Jung e Rui Marcos, pesquisadores, professores e diretores da Logos Consultoria, disseminaram conteúdos com embasamento cientítico e entrevistas digitais embasadas por conhecimentos literários, trazendo à tona temáticas acerca da humanização em temos de crise, a liderança resiliente, comunicação assertiva, comunicação educional, criação de cidades resilientes,  bem a análise dos dados de coleta da Covid-19 tiveram papel essencial no conjunto de estratégias e ações voltadas para esclarecer e orintar  à popoulação sobre a situação causa pela pandemia, seus desdobramentos e como agir nesse cenário. 

Os profissionais lançaram um ebook no qual reunem todos os  textos  que produziram e disseminaram no período de março a junho de 2020, os quais foram veiculados em diferentes mídias.

Os conteúdos – curtos e objetivos – trazem reflexões de resposta à crise e vão alterando o teor dos  temas de acordo com as mudanças provocadas pelo novo modo de viver e gerir as organizações impostos pelo COVID-19, durante a pandemia. 

Com sólida atuação nos mercados público e privado, Taiana e Rui acreditam ser de extrema importância a popoulação entender o atual cenários e obter diretrizes para traçar os melhores caminhos para os seus respectivos negócios.  

“O processo do ‘novo normal’ foi imposto pela circunstância de uma pandemia e, por isso, a comunicação precisa ser educativa, acompanhada e avaliada para que as medidas sejam adequadas e efetivas.

Por isso, não só o acesso à informação salvará vidas, mas o quanto essa informação será transformada em conhecimentos e passará a fazer sentido para a sociedade”, afirmou Taiana em relação à uma comunicação educativa no processo de retomada.  

A importância da coleta de dados do Covid-19 

Em artigo produzindo por Taiana e Rui,  eles analisam que, passados quase quatro meses da pandemia no Brasil, os entes municipais, estaduais e o Governo Federal já criaram uma metodologia que no decorrer do tempo está sendo consolidada, surgindo assim uma série histórica de números, gráficos e análises.  

Essas informações, de acordo com eles, são divulgadas para que sejam aplicadas na elaboração de planejamentos não apenas na área da saúde pública, mas vinculadas a ampliação ou não do isolamento social, abertura ou fechamento do comércio e serviços, além  ações de planejamento de transporte urbano, assistência social e controle social, entre outras aplicações.  

“Em um momento que temos uma volatilidade tão acentuada, a transparência e responsabilidade com os dados são dimensão obrigatórias – e que devem ser seguidas de forma rigorosa.

Só podemos combater, de forma eficaz e eficiente, o Covid-19 com um planejamento construído com dados, informações e conhecimentos que tenham parâmetros científicos e métodos consistentes”, salientam. 

A humanização da gestão e o cuidado com as pessoas e os resultados  

Rui Marcos apontou para os conhecimentos abordados acerca de uma gestão humanizada no cuidados com as pessoas e com os resultados nesse cenário atual, onde o home-office tem predominado como forma de trabalho das empresas. 

“A construção de um novo modelo mental de gestão das organizações que alie tecnologia e humanização será um dos alicerces para o êxito das metas e resultados de qualquer negócio.

Os hábitos individuais e coletivos, já aplicados para aumentar a eficiência e a produtividade do trabalho, devem passar por um processo de análise, viabilidade e equilíbrio nos âmbitos da vida privada e profissional. ,

Assim, podem surgir novos hábitos e outros serão adaptados ou até mesmo perderão o valor”, explica Rui.   

A criação de novos costumes no ambiente home office, segundo Rui, irá exigir atenção especial dos gestores, já que terão de recriar modelos de análise em relação a temas como quantidade de horas trabalhadas por dia, regras de interrupções e gargalos, Kpis de produtividade individual e da equipe, bem como normas de segurança da informação posturas e comportamentos.  

Líder resiliente e a proteção do seu negócio  

O papel do líder resiliente que busca alternativas de proteção ao seu negócio em meio à grande crise foi um conteúdo muito trabalho pelos profisisonais, os quais consideram essa questão de grande importância, avaliando que os gestores  precisam estar mais atentos com o contexto, estudar como a crise interfere e dialogar conjuntamente com a equipe, visto que  já  a crise possui alta complexidade e impacto, o que produz maior esforço e diferentes perspectivas para encontrar uma solução.   

“O líder em tempos de gestão de crise, entre outras competências, precisa ser resiliente. Resumidamente a resiliência pode ser compreendida como a capacidade de pessoas e organizações superarem à crise e construírem ações positivas a partir de eventos negativos, isso permitirá a construção de novos aprendizados, o fortalecimento do negócio, das pessoas e contribuirá com a percepção positiva da empresa perante ao mercado”, esclarece Rui.  

Atuação multissetorial e sustentável no novo cenário 

Os pesquisadores eslareceram também sobre a maneira de lidar de forma multissetorial e sustentável com o cenário atual. 

No artigo produzido, sugerem ser fundamental que as empresas de grande porte intensifiquem os meios de apoio a sua cadeia de valor, honrando com os pagamentos, contratando serviços, comprando produtos de pequenas e médias empresas do território de atuação e flexibilizando normas de contratos que inviabilizam uma pequena empresa estabelecer uma relação comercial.  

Eles avaliam que, a exemplo do movimento orquestrado pela Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), as empresas deveriam fazer de forma pública o pacto de não demisão. 

“Esse movimento de articulações e criação de parcerias multissetoriais pode contribuir diretamente com os objetivos do desenvolvimento sustentável da drganização das Nações Unidas acerca de parcerias e meios de implementação que fortalecem o compromisso social das diferentes instituições”,esclarecem, acreditando que isso pode auxiliar no fortalecimento das parcerias (públicas, público-privado e com a sociedade civil) a partir da mobilização de recursos e dos relacionamentos. 

Construção de cidades resilientes a partir do nosso cenário 

Os especialistas pontuaram também, em seus estudos veículados na internet, que as crises atuais nos mostram que as cidades brasileiras estão mais expostas e vulneráveis a problemas relacionados com a saúde pública, as poluições, as violências, a intolerância à diversidade, a compreensão de coletividade,  entre outras.

Sendo assim, avaliam que deva se repensar um novo modelo de cidade, analisar a fundo como mitigar e evitar o surgimento de cenários de incerteza e práticas ineficazes. 

“Fica evidente que, em diferentes países, inclusive no Brasil, as cidades possuem baixa resiliência social, ou seja, nesse novo urbano, não foi levado em consideração elevar a capacidade das comunidades, bairros e municípios para lidarem com tensões, forças adversas e mudanças drásticas tanto em uma perspectiva ambiental, socioemocional, material ou biológica.

O capital econômico continua a sobrepor e aumentar a desigualdade, que agora também  é tecnológica”, analisam.  

Por Taiana Jung Sócia-gestora Técnica da Logos Consultoria & Rui MarcosSócio-gestor Administrativo-Financeiro da Logos Consultoria