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Os mandados são cumpridos na segunda etapa da Terra Prometida, que visa combater crime previdenciários

Advogados e sindicatos no Sertão de Alagoas estariam agindo em conluio em um esquema de fraude do INSS para aposentar pessoas como agricultoras sem nunca terem trabalhado na roça.

É o que apontam investigações da Polícia Federal, que cumpriu oito mandados de busca e apreensão em cinco municípios da região sertaneja, na manhã desta quinta-feira (17).

Os mandados são cumpridos na segunda fase da operação Terra Prometida, que visa combater crime previdenciários.

Além de advogados, os alvos são sindicatos de trabalhadores rurais. A primeira fase foi realizada em 2018, quando dois servidores do INSS foram presos em Delmiro Gouveia por suspeitas de facilitar, indevidamente, a concessão de benefícios previdenciários rurais.

Mais de 40 policiais federais estão em Delmiro Gouveia, Palmeira dos Índios, Água Branca, Canapi e Mata Grande para cumprir os mandados. As investigações buscam apurar os delitos previstos no art. 171, parágrafo 3º, art. 288 e 313-A, todos do Código Penal Brasileiro.

As apreensões serão juntadas ao inquérito policial que foi instaurado na Superintendência Regional da Polícia Federal em Alagoas.

O nome da operação (Terra Prometida) foi dado em alusão aos dirigentes sindicais e intermediários que prometiam contratos de comodato rural e declaração de atividade rurícola para pessoas que nunca trabalharam nas propriedades informadas nos referidos documentos, em troca de favorecê-los com benefícios rurais.

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