É importante esclarecer um ponto relacionado ao Programa de Regularização (), criado pela recente nº 766/2017: o não abrange os débitos do .

Muito embora a MP não excepcione expressamente esse parcelamento, o entendimento pacificado no Superior Tribunal de Justiça é no sentido de que o parcelamento dos débitos do somente pode ser veiculado através de complementar.

“É vedada a inclusão das optantes pelo no parcelamento previsto na n. 10.522/200, porquanto apenas Complementar poderia criar parcelamento de débitos que englobam tributos de outros entes da federação, nos termos do art. 146 da Constituição Federal”. Precedentes: AgRg no REsp 1323824/PR, Rel. Ministro Benedito Gonçalves, Primeira Turma, DJe 18/08/2014 e AgRg no REsp 1321070/RS, Rel. Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, DJe 17/04/2013.

Dessa forma, são remotas as chances de êxito de se tentar judicialmente a inclusão de débitos do no .

Por fim, vale comentar que a LC nº 155/2016 criou um parcelamento especial do em até 120 meses, cuja adesão vai até 10 de março de 2017

Omar Adv

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