Quais são as doenças na coluna que podem gerar a aposentadoria?

Mais de 80% da população brasileira sofre de diferentes doenças da coluna

A aposentadoria por Incapacidade Permanente, ou Aposentadoria por Invalidez, é benefício previdenciário do INSS destinado para as pessoas que ficam incapacitadas de forma permanente para exercer qualquer trabalho.

Para conseguir a Aposentadoria por Invalidez, você precisa:

  • Ter uma carência mínima de 12 meses;
  • Estar contribuindo para o INSS no momento em que a doença te incapacita ou estar no período de graça;
  • Estar incapaz total e permanente para o trabalho, devidamente comprovada através de um laudo médico pericial. Isto é, você precisa estar incapaz para o trabalho habitual, não podendo se reabilitar para outras profissões.

Doenças ou dores na coluna que podem gerar a aposentadoria?

Sim! As doenças na coluna atrapalham bastante as atividades do dia a dia, o que acaba prejudicando a qualidade de vida. 

Problemas de coluna são as principais causas de afastamento do trabalho, assim como de episódios de urgências e consultas nos hospitais.

Existem alguns problemas na coluna que são degenerativos, ou seja, têm uma piora progressiva que limita diversas funções básicas do corpo humano.

Caso você sofra com alguma doença na coluna que cause incapacidade total e permanente para o trabalho, e que seja devidamente comprovada através de um laudo médico pericial, você terá sua aposentadoria por invalidez.

Doenças na coluna que podem gerar a aposentadoria

Hérnia de disco

A hérnia de disco ocorre quando parte de um disco intervertebral sai de sua posição normal e comprime as raízes nervosas que se ramificam a partir da medula espinhal e que emergem da coluna espinhal.

Sintomas: Uma hérnia de disco pode causar dores no pescoço, dor irradiante nos braços, dores nos ombros e dormência ou formigamento nos braços ou mãos. 

Artrose na coluna

A artrose na coluna é uma doença que se caracteriza pelo desgaste da cartilagem ou degeneração das articulações, levando a uma diminuição da movimentação da coluna e podendo ocasionar dores na região lombar.

Sintomas: Rigidez articular, estalos na articulação, dor na coluna, limitação do movimento.

Lombalgia

A lombalgia pode ser definida como uma dor na região lombar, ou seja, na região mais baixa da coluna perto da bacia. É também conhecida como “lumbago”, “dor nas costas”, “dor nos rins” ou “dor nos quartos”.

Os sintomas da lombalgia são dores localizadas abaixo da décima segunda costela até a prega do glúteo, definida como a região lombar. As dores podem, ainda, irradiar para o meio da coxa.

Cervicalgia

Cervicalgia é o nome comum às dores na coluna cervical, tendo por causa diferentes fatores tensionais, musculares, mecânicos, ou devido à compressão nervosa. 

Os sintomas são, febre, tontura, formigamento, calafrios, tremores, dormência, perda de força nos ombros, dedos ou dor cervical irradiando para o braço nos casos de cervicobraquialgia. 

Discopatia degenerativa

A Discopatia degenerativa é uma circunstância que atinge os discos da coluna lombar. Ela é caracterizada pelo desgaste ou pela ruptura dos discos intervertebrais, responsáveis pelo “amortecimento” entre as vértebras.

Os sintomas mais comuns são dores na lombar e/ou na cervical (região do pescoço), podendo irradiar para membros superiores (escápula, braços) e inferiores (nádegas, pernas). Em alguns casos, podem ocorrer dormência e formigamento dos membros e fraqueza nos músculos. 

Osteofitose

A osteofitose também conhecida como bico de papagaio é caracterizada pela formação de osteófitos na coluna, que chegam a modificar a postura normal da pessoa.

A maioria dos casos não apresenta sinais ou sintomas, muitas vezes só é sabido a existência do bico de papagaio através da realização de um raio-X para outra condição. 

Escoliose

Escoliose é uma curvatura anormal da coluna para um dos lados do tronco, determinada pela rotação das vértebras, e afeta cerca de 3% dos brasileiros.

Casos leves podem não afetar a vida diária. Mas os casos graves podem ser dolorosos e limitar a atividade normal.

Há suspeita de escoliose quando um ombro parece estar mais alto do que o outro ou quando a pélvis parece estar inclinada.

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