Qual a diferença entre Poupança no banco e por assinatura?

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A poupança sempre foi o investimento seguro a se fazer, pois é algo que há décadas está na cultura das famílias.

A poupança remete a segurança, pois não gera riscos para o dinheiro, que está sempre crescendo de forma linear. 

Praticidade é a primeira coisa que qualquer pessoa pensa quando o assunto é poupança, pelo fato de poder aplicar e sacar dinheiro da caderneta sem burocracia, e a movimentação pode ser feita a qualquer momento; o segundo ponto é o fato da segurança, uma vez que existe um órgão, o Fundo Garantidor de Crédito, que pode ressarcir os valores investidos, com juros, em caso de falência da instituição financeira que está com o investimento.

Estima-se, segundo um estudo feito no Dia Mundial da Poupança (31/10), que no Brasil há R$ 1 trilhão aplicados nesse tipo de investimento.

Cerca de 70% da população brasileira investe, o que representa aproximadamente 157 milhões de brasileiros que têm pelo menos uma poupança aberta.

Dentro desse cenário, praticamente 30% tem de duas a três poupanças atreladas ao seu nome.

Definitivamente esse é um movimento que o brasileiro está acostumado a fazer e não deve mudar esse ritmo, mesmo com outras opções de investimento no mercado.

A poupança é um investimento, logo vai gerando lucros para o dinheiro aplicado, entretanto não é uma modalidade em que se aplica uma vez e espera-se que o rendimento mensal da instituição seja o suficiente para que o dinheiro atinja o patamar necessário para os sonhos serem realizados.

Poupança é uma rotina. 

O propósito da poupança é gerar um hábito no correntista para que ele poupe mensalmente, ou seja, todos os meses destine parte dos seus rendimentos mensais para essa finalidade, porém nem sempre isso se torna um hábito, já que eventos podem atrapalhar a programação das pessoas.

A boa notícia é que há formas de mudar isso com o uso da tecnologia, trazendo praticidade para quem deseja poupar.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Real, dinheiro, moeda / Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Quando as pessoas assinam algum serviço, como um serviço de streaming, sabem que esse valor será debitado no cartão de crédito e isso gera tranquilidade.

Com o cartão sendo pago, terá crédito, o débito do serviço será feito mensalmente e está tudo bem. Essa tranquilidade que a tecnologia nos proporciona pode ser usada para poupar.

A diferença entre poupança no banco ou por assinatura é, basicamente, o comportamento das pessoas e o rendimento do investimento.

No banco, a pessoa tem que entrar na conta e fazer uma transferência mensalmente, o que acaba, na correria, esquecendo.

É preciso disciplina já na assinatura uma vez fechada, e o débito será mensal sem a necessidade da intervenção humana.

Outro fator sobre poupar no banco pode ser que, naquele mês, algum imprevisto ocorreu e o percentual dos rendimentos pode não estar disponível para poupar.

Esse fator pode se tornar uma rotina, ou seja, todo mês poderá haver algum evento, como um conserto do carro, um show que há muito se queria ir ou mesmo um aniversário, para o qual vai ser necessário disponibilizar um valor extra, que seria, em muitos casos, o valor a ser poupado.

Com a assinatura pelo cartão, é como o serviço de streaming. Pode ocorrer qualquer imprevisto na vida de quem deseja poupar, mas o compromisso de poupar será sempre cumprido.

Como o ditado popular diz, “faça chuva, faça sol” o dinheiro programado será debitado do cartão e aplicado diretamente em um CDB, que rende cerca de 10% a mais que a poupança tradicional, de forma automática.

É tranquilidade para quem poupa, evitando que os seus sonhos sejam adiados.

Por: André Vilar, CEO da  Monis.

A missão da Monis é ajudar os brasileiros a pouparem dinheiro para conquistar seus sonhos. O sistema da Monis é uma assinatura semanal, debitada diretamente do cartão de crédito, é só escolher o quanto quer guardar por semana e qual o seu grande sonho.