Uma da está investigando fraudes e erros na declaração do de em Goiânia e Anápolis. A suspeita é que alguns profissionais tenham informado uma quantidade maior de itens que podem ser deduzidos do imposto para tentar aumentar o valor a ser restituído.

A ação, batizada de Pandora, está sendo realizada desde o início de agosto. De acordo com a , os alvos são os livros caixas de , onde são anotadas todas as despesas relacionadas diretamente a atividade profissional e que pode ser deduzidas. Entre elas estão materiais hospitalares, gastos com cursos de formação, pagamento de aluguel de consultório e contratação de funcionários.

Foram analisadas as declarações de 2015 a 2017. De acordo com o órgão, a média de dedução declarada por um grupo de profissionais era de 45,5%, enquanto as despesas médicas da categoria eram de 9,2% em média, de acordo com a maioria das declarações recebidas.

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A está enviando comunicados aos para que eles façam retificação nas declarações enviadas. Caso isso não aconteça, eles serão obrigados a apresentar o livro caixa e toda documentação que comprove as despesas.

A multa pode variar de 75% a 225% do imposto sonegado. Além, disso, em casos de fraudes, o caso será comunicado ao Ministério Público.

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