O governo, através da equipe econômica está estudando um novo programa social. Trata-se do Renda Brasil, que irá incluir todos os beneficiários do Bolsa Família, também estarão incluídos os desempregados e trabalhadores que exercem atividades informais como os autônomos.

O valor deverá ser maior do que é pago hoje pelo Bolsa Família. Sendo que, muitos beneficiários poderão ganhar dois valores diferentes.

Como irá funcionar o Renda Brasil

O Ministro da Economia, Paulo Guedes durante um evento virtual promovido pela Associação Brasileira de Indústria de Base (Abdib), afirmou ter a intenção de:

“dignificar” essas atividades e que é preciso dar ferramentas para os trabalhadores saírem da assistência social”.

“Qualquer brasileiro que cair, em qualquer momento, ele cai no Renda Brasil. Mas se ele não tiver mutilações físicas, defeitos que o impeçam… Às vezes é um idoso, mutilado, que vende bala no sinal, aí talvez não consiga ser empregado e merece ser amparado no Renda Brasil. Mas o outro, mais jovem, pode ter caído emergencialmente. Temos que ter as ferramentas para ele sair da assistência social”, concluiu.

Renda Brasil terá um valor mais alto que o Bolsa Família

O ministro disse que, o Renda Brasil reunirá programas sociais já existentes e terá um valor mais alto do que o Bolsa Família.

A reformulação do programa irá propor pagamentos para cada beneficiário de R$ 200 a R$ 300 mensais. Sendo assim, o valor do Bolsa Família que atualmente está em R$ 190,16 irá passar para R$ 232,31 pelo novo Renda Brasil.

Renda Brasil pode pagar 2 benefícios

A equipe econômica avalia criar um voucher de R$ 250 por mês para crianças atendidas pelo novo programa Renda Brasil. O que poderá fazer que algumas pessoas recebam dois valores no novo renda Brasil.

O governo pretende que os pais possam usar o dinheiro extra para pagar creches. Ou seja, além do valor de até R$ 300, o beneficiário poderá receber mais R$ 250 extra, caso tenha criança em idade de creche.

É bom lembrar: a proposta ainda está sendo avaliada pelo governo. A intenção é que ela entre em vigor após o término do Auxílio Emergencial.