Três Cartões de Crédito que é possivel saber se foi aprovado na hora

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O conforme o tempo vai passando, mais rápido e simplificado vai ficando o procedimento de análise de crédito e de aprovação.

Hoje em dia, basta baixar um aplicativo no seu Smartphone e pedir um cartão. No entanto, alguns cartões de crédito demoram entre dias e semanas para aprovar ou não o seu pedido.

Mas, vamos mostrar para você três cartões de crédito que quando você solicita fica sabendo na hora se aprovou ou não.

Nubank

Golpe Nubank

O cartão de crédito do Nubank é um dos que você fica sabendo na hora se foi aprovado ou não. Como o Nubank usa o seu CPF para realizar uma pré-análise de crédito, fica muito mais fácil saber se você terá condições de prosseguir com a operação, ou não.

Porém, existe um detalhe, caso você não seja aprovado no cartão de crédito, automaticamente você consegue ser aprovado na conta Nubank, mesmo que seu score esteja muito baixo, ou tenha restrições no seu CPF.

Como solicitar o cartão Nubank?

Você baixará o aplicativo, disponível para Android e iOS, ou também poderá fazer a solicitação através do site do Nubank.

Trigg

No Trigg o cadastro pode ser feito da mesma forma que o Nubank, 100% online e facilitado. Nele, você também fica sabendo na hora se foi aprovado ou não.

O Trigg oferece Cashback, dinheiro de volta nas suas compras.

Como solicitar o cartão Trigg?

Baixe o aplicativo, disponível para Android e iOS, depois preencha o seu pedido. Ele é facilitado e intuitivo, não tem erro.

Saraiva

Você que conhece a Rede de Livrarias Saraiva, saiba que ela também oferece um cartão de crédito com rápida aprovação.

O cartão de crédito Saraiva é vinculado ao Banco do Brasil, que levará você passar por uma análise de crédito, sendo que, não precisará comprovar renda.

O cartão ficou famoso por aprovar clientes que possuem score de crédito baixo, não dificultando a aprovação.

Como solicitar o cartão Saraiva?

Entre no site da Saraiva ou vá pessoalmente uma agência do Banco do Brasil, e solicite o seu cartão.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal do Contábil