Três maneiras para sacar antes da data o dinheiro do Caixa Tem

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A Caixa Econômica Federal (CEF) possui o aplicativo Caixa Tem, que dá acesso fácil ao dinheiro de benefícios, como auxílio emergencial, Benefício Emergencial (BEm) e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Pelo aplicativo é possível realizar transferências bancárias e fazer compras gerando QR Code aceito pelo maquinha do supermercado, farmácia, etc.

Sendo possível também comprar pela Internet usando o cartão de débito virtual gerado pelo próprio app. Para quem prefere sacar o dinheiro tem que esperar a data para que isso aconteça (pois os saques são permitidos de acordo com o mês de aniversário do trabalhador e pode demorar).

Mas existem três maneiras que você pode ter esse dinheiro em mãos antes da data.

Como sacar o dinheiro do Caixa Tem antes da data?

Transferência para uma conta digital por meio de boleto

Caso você possua alguma conta digital como Banco Inter, PicPay, Mercado Pago, Nubank Recarga Pay, poderá gerar boleto no aplicativo dessas instituições e pagar utilizando o saldo do Caixa Tem.

Também é permitido fazer pagamentos de até R$ 600, após isso o dinheiro é transferido em até dois dias úteis e pela conta digital será permitido realizar o saque em um Banco24Horas.

Transferência pelo cartão de débito virtual

  • Você criará um cartão de débito virtual no aplicativo Caixa Tem, depois, noa aplicativo GuiaBolso adicione os dados do cartão gerado na Caixa e faça a transferência do dinheiro é gratuita.
  • A funcionalidade de transferência
  • O cartão de débito virtual também é oferecido pelos bancos, Bradesco, C6 Bank, Banco Inter, Santander, Sincredi e Banco do Brasil.
  • Compras por meio do cartão de débito virtual
  • Os trabalhadores também poderão realizar compras movimentando o saldo do Caixa Tem, usando o cartão de débito virtual, sendo possível comprar pela Internet ou gerar um QR Code para pagamentos presenciais em maquininhas de cartão. Não é um forma de saque, porém, é possível acessar facilmente o dinheiro do benefício.

Edição por Jorge Roberto Wrigt Cunha – jornalista do Jornal Contábil