A Agência Nacional de Vigilância Sanitária () aprovou um novo marco regulatório para avaliação e classificação toxicológica de s, que vai mudar o que é informado nas embalagens desses produtos.

A mudança pode fazer com que s classificados atualmente como “extremamente tóxicos” passem para categorias mais baixas. Hoje um é classificado como “extremamente tóxico” quando causa irritações nos olhos ou na pele, entre as quais lesões, úlceras e corrosões na pele ou opacidade nas córneas. Agora, essa expressão só será usada para produtos cuja ingestão, contato com a pele ou inalação possa causar a morte, ou seja, quando for fatal.

Com a mudança de critérios, novos produtos devem ser registrados com uma classificação mais baixa do que seriam anteriormente.

O governo diz que as novas regras atendem o padrão internacional , que é um Sistema de Classificação Globalmente Unificado (Globally Harmozed System of Classification and Labelling of Chemicals — ). Mas não atendem mente ao padrão porque a mesmo esclarece que a se aplica a comunicação do perigo feita no rótulo mas não à avaliação de risco.

Outra novidade da semana passada é a de mais 51 tipos de s para venda no e para uso industrial. Só este ano, até junho, 262 novos tipos de s foram registrados no Brasil, maior número para o período desde 2005.

Em relação à adoção do , dr. Douglas de Castro, do escritório Cerqueira Leite Advogados, pontua: “embora a padronização seja benéfica, deve-se notar que os ecossistemas são diferentes, assim, a sua aplicação pura e simples não afasta os riscos ao meio ambiente.”

Deixe uma resposta

Please enter your comment!
Please enter your name here

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.