investimento em US$ 7,4 bilhões, ou 13,2%, no de , se comparado ao período imediatamente anterior. Foram US$ 63,1 bilhões em transações desse tipo, distribuídos por 4.289 negócios fechados, contra US$ 55,7 bilhões no terceiro trimestre. Os dados são do estudo da KPMG “Venture Pulse”, relatório trimestral que analisa as tendências mundiais desse mercado.

Na comparação anual, o total de investimentos realizados nesse segmento em permaneceu alto, com US$ 257 bilhões investidos por todo o globo. O resultado é o segundo maior já registrado pelo estudo, atrás apenas do recorde de mais de US$ 300 bilhões, em 2018.

Dentre as transações realizadas pelo mercado de no de , os Estados Unidos representaram mais da metade dos investimentos concretizados no mundo, com US$ 34,2 bilhões, distribuídos por 2.215 negócios. Ainda no que se refere à questão regional, as Américas lideraram o último trimestre do ano passado, com US$ 36,2 bilhões investidos, em 2.400 negócios. A Ásia veio em seguida, com US$ 18,7 bilhões, em 1.021 transações, enquanto a Europa recebeu US$ 9 bilhões, distribuídos por 804 negócios.

Para o sócio-líder de Private Equity da KPMG na América do Sul, Ricardo Anhesini, apesar das incertezas políticas e econômicas globais, o resultado foi positivo. “Embora na comparação anual o resultado tenha sido de queda em relação ao recorde conquistado em 2018, os s continuaram altos no último ano, mostrando a consistência e a relevância do mercado de em todo mundo”, afirma, salientando: “A expectativa é de que o ritmo continue acelerado em 2020, com grandes investimentos para o segmento e um número ainda maior de negócios concretizados”.

s crescentes na América do Sul

Entre a região das Américas, o Continente Sul-Americano também se destacou no mercado de no último ano. No Brasil, os investimentos nesse segmento chegaram a US$ 526,2 milhões no de . As negociações foram lideradas pelas fintechs, startups do setor financeiro, com grandes negócios fechados por como EBANX, VTEX (US$ 140 milhões) e Neon (US$ 94 milhões).

investimentos de no País e a expectativa é de que 2020 seja ainda melhor. “No ano passado, o Brasil teve um forte crescimento no número de negócios concretizados nesse mercado, com transações ainda maiores e vários novos fundos de criados. As fintechs dominaram o segmento e a expectativa é de que em 2020 os resultados sejam positivos, com o crescimento de setores como saúde, educação e agronegócio”, observa.

Na Argentina, a fintech Ualá arrecadou US$ 150 milhões em um acordo com as empresas Tencent e Softbank, com sede na Ásia. O Brasil também aumentou sua importância na região das Américas com um nascimento recorde de unicórnios em .

“O caso da Argentina, em particular, destaca a importância crescente que os investidores asiáticos estão dando à América do Sul. Os resultados obtidos em mostram um cenário cada vez mais maduro, com forte crescimento das startups e aumento de interesse dos investidores globais. No Brasil, as reformas governamentais e as baixas taxas de juros fomentaram o crescimento do mercado “, analisa o sócio Ricardo Anhesini.

O conteúdo está disponível na íntegra no link – http://home.kpmg/br/pt/home/insights/2020/01/analise-venture-capital.html.

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