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Aumento de 18% nos planos de saúde é estimado pela ANS em maio

Depois dos medicamentos, chegou a vez dos planos de saúde terem aumento

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Neste mês de abril os medicamentos tiveram o reajuste de 10,89% nos seus valores. A partir de maio, a  Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vai definir o reajuste nos planos de saúde. A estimativa é que os planos sofram reajustes de 18% e os clientes devem preparar as carteiras.

De acordo com projeções de especialistas e analistas do setor, os reajustes deste ano devem ficar entre 15% e 18,2%, superando o recorde de 13,57% registrado em 2016. No ano passado, os planos individuais tiveram um desconto de 8,2%, devido à redução da demanda para uso dos serviços médicos oferecidos em 2020.

A menor projeção de aumento dos planos de saúde está em um recente relatório do banco BTG Pactual, que aponta uma correção de 15%. Já um estudo do Instituto de Estudos da Saúde Suplementar (IESS), que considera a variação dos custos médico-hospitalares feita pelo IESS (VCMH) para um conjunto de 704,9 mil beneficiários de planos individuais, calcula alta de 18,2% para o período de 12 meses, encerrado em junho de 2021. Já a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) estima um reajuste de 16,3%.

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) informou que diversos fatores influenciam no reajuste dos planos de saúde, como o aumento do preço de medicamentos e insumos médicos, o crescimento da utilização de recursos dos planos e incorporação de novas coberturas obrigatórias aos planos de saúde, como medicamentos e procedimentos.

A FenaSaúde diz ainda que, além da alta da inflação, alta da sinistralidade e forte retomada dos procedimentos eletivos, são esperados ainda os impactos de tratamentos da chamada Covid longa, que, segundo a OMS (organização Mundial de Saúde), atinge 10% a 20% dos que contraíram a doença, o que significa até 6 milhões de pessoas no Brasil.

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