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Não consegui um investidor para minha startup. O que fazer?

Veja sugestões para empreendedores se organizarem financeiramente e manterem o negócio!

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Neste último ano, o fôlego dos investidores tem diminuído, tornando as notícias sobre aportes financeiros em startups cada vez mais raras. O problema é que, em geral, essas empresas são bastante dependentes de capital, especialmente no início da atuação. O que fazer, então, se o investidor não aparecer?

Segundo Marilucia Silva Pertile, mentora de startups e cofundadora da Start Growth, empresa que cria máquinas de marketing e vendas para startups que desejam potencializar seu crescimento e performance, a tecnologia usada por essas empresas costuma ter um alto preço, por isso a entrada de capital pode ser determinante para o sucesso do negócio. “Porém, se o empreendedor acredita em sua empresa e não conta com ajuda financeira, terá que buscar meios para seguir em frente. Existem muitas startups que começam com recursos limitados e conseguem ser bem sucedidas”, afirma.

Leia também: Como Usar O Marketing Para Conseguir Investimentos Para Startups

Confira sugestões da especialista para manter financeiramente o negócio enquanto um investidor não aparece:

Recursos próprios:

Essa opção é conhecida como bootstrap e está relacionada a financiar a startup com recursos próprios. Ou seja, economias pessoais e salários dos fundadores. 

Crowdfunding:

Usar plataformas de crowdfunding pode ser outra opção para captar recursos junto a pessoas que estejam interessadas no projeto.

Leia também: Veja Os Benefícios Competitivas De Um FIDC Próprio Em Startups

Empréstimos bancários: 

A alternativa mais tradicional, que é buscar empréstimos, também é válida. Mas lembre-se de comparar as taxas e condições. 

Aceleradoras e incubadoras:

Se não há um investidor ainda, participar de programas de aceleração pode ajudar a conseguir recursos e orientação adequada para o negócio.

Financiamento público:

Em alguns casos há programas do governo que dão subsídios às startups. Vale pesquisar as opções locais e nacionais. 

Parcerias com empresas:

Que tal oferecer seu produto ou serviço para empresas que precisem deles em troca de capital ou uso de recursos? 

De acordo com Marilucia, a construção de uma startup é um processo que requer capital, mas também um produto ou serviço que tenha demanda, além de uma equipe dedicada e um bom plano de negócios. “Ainda que no início não exista um investidor para ajudar financeiramente, quando você começa a provar o valor da empresa, se torna mais fácil que ele apareça”, conclui. 

A Start Growth começou a investir em startups em 2014 e, de lá para cá, vem ajudando no desenvolvimento de negócios escaláveis e na formação de empreendedores. 

Marilucia Silva Pertile, é uma investidora especializada em acelerar negócios SaaS.

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