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13 exemplos de que você sofreu ou sofre assédio moral no trabalho 

13 exemplos de que você sofreu ou sofre assédio moral no trabalho 

13/03/2023 às 15h17 Atualizada em 13/03/2023 às 18h17
Por: Ana Luzia Rodrigues
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Foto: Reprodução
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O assédio no trabalho é um problema sério, e precisa ser combatido sempre que for notado. A prática é extremamente nociva e pode contar com consequências terríveis para uma pessoa que sofre esse tipo de episódio em ambiente corporativo.

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Uma vítima de assédio, por exemplo, pode acabar apresentando estresse pós-traumático, desenvolver depressão, entre outros problemas igualmente graves. Os traumas são tão grandes que podem causar até mesmo modificações na memória.

Mas o que caracteriza o assédio moral? Como identificar esse problema? Conheça 13 situações de que isso pode estar ocorrendo ou ocorreu com você. Acompanhe!

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O que é assédio moral no trabalho?

Assédio moral é uma espécie de violência que consiste em uma série de situações constrangedoras de perseguição por atos repetitivos e prolongados, causando humilhação, constrangimento e ofendendo a dignidade de um trabalhador.

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Elas visam diminuir, inferiorizar, isolar e desestabilizar mentalmente o empregado no seu próprio ambiente de trabalho, causando abalos físicos e mentais no indivíduo.

Infelizmente, é uma prática bem comum no ambiente de trabalho.

13 exemplo do assédio moral no trabalho

Você deve estar se perguntando quais são as situações em que podem ocorrer este tipo de conduta. Vamos dar 13 exemplos de reclamações que configuram assédio moral:

  1. Acusar o trabalhador de erros que não existem de fato;
  2. Forçar o empregado a pedir demissão;
  3. Impor metas abusivas ou de difícil atingimento;
  4. Xingamentos e agressões verbais;
  5. Brincadeiras ofensivas e constrangedoras;
  6. Humilhações públicas ou privadas;
  7. Ameaça de punição ou demissão;
  8. Causar punições injustas;
  9. Determinar horários e jornadas de trabalho excessivos;
  10. Dar instruções erradas para prejudicar;
  11. Não dar as instruções necessárias;
  12. Retirar os instrumentos de trabalho, como computador, telefone etc;
  13. Atribuir apelidos constrangedores ou pejorativos.

Se você se identifica com uma ou mais dessas situações descritas, você passa ou já passou por assédio moral.

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Quais são as consequências do assédio moral?

Infelizmente este tipo de atitude pode causar na pessoa muitos danos à saúde psicológica e até mesmo física. Pode até mesmo comprometer seus relacionamentos afetivos e sociais.

A prática constante pode acarretar a incapacidade para o trabalho e, em alguns casos, até a morte. Alguns podem abandonar o emprego, sofrer de estresse profundo, depressão, ansiedade, síndrome do pânico, ter crises de choro, se isolar e, em casos mais extremos, tentar o suicídio. Sim, ess prática traz consequências bastante ruins.

Sofrer assédio moral dentro da empresa é um assunto sério e que deve ser encarado. Portanto, evitar situações de assédio moral é obrigação do empresário. Ou seja, a melhor forma é sempre a prevenção da sua ocorrência.

Para isso, a organização deve realizar avaliações que estudem os riscos porventura existentes no ambiente do trabalho e, a partir daí, traçar condutas de prevenção, como a instituição de políticas que visam a proteger a dignidade do funcionário. 

Se o trabalhador acredita que está sendo vítima de assédio moral deve procurar o setor de Recursos Humanos ou a ouvidoria da empresa para comunicar o fato ocorrido. Por isso, é importante que os empregadores tenham o cuidado de treinar toda a equipe para lidar com esse tipo de situação.

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O que fazer ao sofrer assédio moral no trabalho?

Ao sofrer assédio moral no trabalho é muito importante que a vítima guarde e produza todas as provas que puder, tanto escritas, testemunhais, anotar, com detalhes, todas as situações de assédio sofridas com data, hora e local, e listar os nomes dos que testemunharam os fatos. Também deve  buscar ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já passaram pela mesma situação,  

O trabalhador também deve comunicar a situação ao setor responsável, ao superior hierárquico do assediador ou à Ouvidoria, caso não tenha sucesso na denúncia, procurar o sindicato profissional ou o órgão representativo de classe; fazer denúncia no Ministério Público do Trabalho e avaliar a possibilidade de ingressar com ação judicial de reparação de danos morais.

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