Na hora de planejar o orçamento pessoal, muitas pessoas acabam esquecendo alguns detalhes importantes. Afinal, é preciso considerar todos os aspectos para criar este planejamento.

Para evitar erros ou surpresas, é importante entender quais aspectos devem estar inseridos no pessoal. A fim de conhecer melhor as finanças pessoais, vamos compartilhar algumas dicas para não errar na hora de se planejar financeiramente.

Por que fazer um ?

Assim como todas as empresas, as pessoas físicas também precisam se organizar, principalmente no que diz respeito ao dinheiro. Caso contrário, as chances são grandes de chegar no final de um mês, ou do ano, e ter perdido o controle das contas.

Ao entender de que forma uma organização financeira é importante, uma mudança de comportamento acontece. Além disso, o planejamento proporciona uma visão a longo prazo muito importante.

Por isso, fazer um planejamento financeiro é essencial para qualquer pessoa. Depois de colocar o plano em prática, é possível perceber que não é apenas uma questão de dinheiro. Pois quando existe conhecimento sobre os gastos, fica muito mais fácil organizar as prioridades e até mesmo realizar sonhos.

Veja abaixo os passos para criar um pessoal:

1. Faça listas

Antes de começar qualquer planejamento financeiro, é preciso listar tudo o que envolve dinheiro na rotina. Desde as compras do supermercado, até a pipoca do cinema no final de semana. E embora a lista fique extensa, é essencial que também seja organizada conforme a prioridade.

Nesse sentido, gastos como contas de água e luz, são mais importantes do que um lanche no final de semana. Por isso, essa lista pode demorar até ficar 100% correta, pois é normal que pequenos gastos acabem sendo esquecidos.

Além disso, existem valores pontuais que são desembolsados com menor frequência. Por exemplo, o preço do gás de cozinha pode acabar sendo esquecido. Afinal, se a família não almoça em casa, um botijão de gás dura mais tempo. Contudo, tudo isso deve ser considerado.

2. Entenda a condição financeira atual

Depois de listar todos os gastos e elencar as prioridades, é o momento de observar a condição financeira atual. Essa etapa é essencial, pois se as pessoas não conhecem o seu ponto de partida, não há formas para descobrir como chegar até o ponto de chegada.

A listagem feita na etapa anterior já vai ajudar muito a entender como está a condição financeira. Uma forma de deixar tudo bastante claro, é separar tudo o que é receita de um lado, e tudo o que é despesa (inclusive as dívidas), do outro.

Ao fazer isso, é possível visualizar mais claramente a situação atual, e então organizar os planos futuros.

3. Reduza os gastos sempre que possível

A conta de telefone está muito alta? Converse com a sua operadora. O preço do gás de cozinha não para se subir? Utilize um aplicativo para encontrar os melhores preços na sua região. Está muito caro manter o carro? Troque por um mais econômico, ou opte por utilizar aplicativos.

Ao fazer este tipo de questionamento, é possível reduzir muito os gastos, mesmo que pareça difícil de acreditar.

Utilizando o exemplo do preço do gás de cozinha novamente. Como este é um valor alto no orçamento de qualquer casa, é sempre importante buscar por alternativas e opções mais baratas. E através do aplicativo do gás da Preço do Gás é possível comparar preços em todo Brasil, inclusive para comprar gás 24 horas em São Paulo, e reduzir os gastos sem esforço.

E o mesmo acontece com tantas outras contas como seguro de saúde, roupas, internet, entre outras.

4. Determine um orçamento pessoal

Agora que todas as contas foram listadas, priorizadas e reduzidas, é hora de definir um limite de gastos. Isso pode ser feito através de um orçamento semanal, ou mensal. Tudo vai depender da disciplina e organização de cada pessoa.

Para as pessoas que não conseguem pagar as contas no fim do mês, por exemplo, pode ser necessário criar orçamentos semanais. Assim, para cada tipo de gasto (comida, transporte, lazer, etc), deverá existir um limite.

E este orçamento deve sempre respeitar as receitas que entram todos os meses. Afinal, o existe para que no futuro a situação financeira seja mais tranquila.

Utilize a regra do 50-30-20

A fim de distribuir corretamente a renda mensal, é possível utilizar a regra do 50-30-20. Nela, 50% da renda deve ser utilizada para custos fixos, 30% deve ser para objetivos para o futuro, e 20% para atividades de lazer.

No início, não é fácil conseguir investir 30% da renda para os objetivos do futuro, mas o existe para que isso possa se tornar realidade. E esta proporção vai variar de caso para caso.

O importante é que exista alguma lógica na divisão dos gastos, para que o funcione de fato.

Ao finalizar, novas oportunidades surgirão

Quando uma pessoa se organiza financeiramente, este é o primeiro passo para o crescimento pessoal e até mesmo profissional. Isso pois com um planejamento tudo fica mais claro, e os objetivos que antes pareciam muito distantes, começam a ficar cada vez mais próximos.

Por isso a indicação é que o seja feito com honestidade e compromisso. Dessa forma, os resultados positivos serão percebidos com mais facilidade.