IBGE revisou o PIB de 2022. Confira!

Diferença é de 0,1 ponto percentual

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizou uma revisão no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para o ano de 2022, elevando a projeção de 2,9% para 3%. A modificação, divulgada junto aos resultados do terceiro trimestre de 2023, representa uma diferença de 0,1 ponto percentual. A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, explicou que essa alteração se deve à atualização dos pesos do Sistema de Contas Nacionais, baseada em novos dados.

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“A reestimativa dos quatro trimestres de 2022 considerou a revisão de todos os dados primários frequentemente utilizados, como a pesquisa industrial mensal e a de serviços, dados externos financeiros, de seguros e de saúde, além das pesquisas estruturais anuais na agropecuária”, esclareceu Rebeca Palis. O IBGE destaca que, ao divulgar os resultados do terceiro trimestre, é prática realizar uma revisão mais abrangente, incorporando novos pesos das Contas Nacionais Anuais de dois anos anteriores, o que inclui atualizações e, se necessário, aprimoramentos metodológicos nas séries trimestrais de dados adotadas.

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Contas

As séries das Contas Nacionais Trimestrais passaram por uma revisão, seguindo a divulgação dos resultados anuais definitivos referentes a 2021 do Sistema de Contas Nacionais com base em 2010. A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, explicou que essa revisão abrangeu o ano de 2022 nos quatro trimestres e os dois primeiros de 2023, utilizando os dados revisados para calcular o terceiro trimestre do ano.

Rebeca Palis destacou que, no âmbito da oferta, a indústria e os serviços praticamente não sofreram revisões significativas em 2022. No entanto, na agropecuária, houve uma alteração notável, com a queda passando de 1,7% para 1,1%. A principal revisão ocorreu devido à transição das pesquisas trimestrais para as pesquisas estruturais.

Quanto à demanda, a maior variação ocorreu nas despesas de consumo do governo, associadas a dados de saúde. Essas despesas, inicialmente registradas em 1,5%, foram revisadas para 2,1%, principalmente devido a ajustes nos dados de saúde pública do DataSUS, resultando em uma elevação de 0,6 ponto percentual.

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